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| rule | literatura-tecnica-e-usabilidade | Toda execução de prompt deve observar o que preconiza a literatura de tecnologia e as melhores práticas de desenvolvimento e usabilidade. | global | always_on | alta | 2026-08-11 |
Regra: Embasamento em Literatura Técnica, Boas Práticas e Usabilidade
Contexto
Cada solicitação de funcionalidade, componente, API, fluxo ou refatoração deve ser planejada e executada com rigor técnico. O agente não deve criar soluções empíricas ou improvisadas sem consultar e aplicar os padrões consagrados da literatura de tecnologia, engenharia de software e usabilidade.
Diretrizes Obrigatórias para Toda Execução de Prompt
Em toda execução de prompt, o agente DEVE observar rigorosamente os três pilares fundamentais:
1️⃣ Observância da Literatura de Tecnologia (Rigor Técnico)
- Consenso da Indústria: Identificar e aplicar padrões e especificações formais de referência para o domínio da funcionalidade (ex.: GoF Design Patterns, Clean Architecture, Domain-Driven Design, RESTful APIs RFCs, 12-Factor App, OWASP Guidelines).
- Justificativa Baseada em Literatura: Projetar arquiteturas, estruturas e funções fundamentadas nas melhores referências teóricas e científicas consolidadas.
- Evitar Anti-patterns: Evitar explicitamente os anti-padrões catalogados na literatura (ex.: God Object, Spaghetti Code, Anemic Domain Model, Circular Dependencies, Feature Envy).
2️⃣ Boas Práticas de Desenvolvimento (Engenharia de Software)
- Princípios SOLID: Aplicar S (Single Responsibility), O (Open/Closed), L (Liskov Substitution), I (Interface Segregation) e D (Dependency Inversion).
- Clean Code & Manutenibilidade: Escrever código autoexplicativo, modular, de responsabilidade única e desacoplado.
- Tipagem Forte e Defensiva: Utilizar TypeScript e validação de schemas Zod para garantir integridade em runtime e compilação.
- Tratamento de Erros e Diagnóstico: Seguir a regra de diagnosticar a causa raiz antes de corrigir, tratando exceções de forma graciosa sem engolir erros.
3️⃣ Boas Práticas de Usabilidade e UX/UI (Experiência do Usuário)
- Heurísticas de Usabilidade (Nielsen):
- Visibilidade do estado do sistema (loading, feedback imediato).
- Correspondência entre o sistema e o mundo real (linguagem do domínio).
- Controle e liberdade do usuário (cancelamento, desfazer, confirmações).
- Consistência e padrões (componentes coesos do design system).
- Prevenção de erros (validação preventiva via Zod/form).
- Reconhecimento em vez de memorização (rótulos claros, contexto visível).
- Flexibilidade e eficiência de uso (fluxos fluidos, ações diretas).
- Estética e design minimalista (interface limpa, sem ruído).
- Diagnóstico e recuperação de erros (mensagens claras e orientadoras).
- Hierarquia Visual e Despoluição de UI (Refactoring UI — Steve Schoger & Adam Wathan):
- Aplicar obrigatoriamente a regra
global/rules/refactoring-ui-hierarquia-despoluicao(pirâmide de ações com apenas 1 primária sólida por vista, eliminação de bordas e cards aninhados, consolidação de colunas em tabelas, Lei da Proximidade no espaçamento e rótulos como último recurso). - Obra completa de referência para consulta:
https://adm.paiol.idz.one/estaticos/Refactoring-UI-Steve-Schoger-Adam-Wathan.pdf
- Aplicar obrigatoriamente a regra
- Acessibilidade & Clareza Cognitiva: Respeitar padrões de acessibilidade (WCAG) e garantir interface responsiva com feedbacks compreensíveis.
Processo de Execução em 3 Etapas
- Análise Téorico-Funcional: Mapear qual padrão ou especificação da literatura se aplica à funcionalidade solicitada.
- Construção Segura: Codificar aplicando SOLID, tipagem estrita e diagnóstico prévio.
- Validação de Usabilidade: Verificar se a interface e contratos atendem às heurísticas de UX e feedback visual.
Impacto
Garante soluções robustas, sustentáveis no longo prazo, escaláveis e alinhadas aos mais altos padrões globais de tecnologia e experiência do usuário.