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Luiz Silva 2026-09-28 22:18:39 -03:00
parent f5abcec365
commit e7adba8fd8
84 changed files with 4222 additions and 2182 deletions

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@ -6,7 +6,7 @@ description: Princípios morais e operacionais que orientam o comportamento de a
version: "1.0"
scope: global
priority: alta
updatedAt: "2026-06-01"
updatedAt: "2026-08-11"
---
# Carta de Princípios do Agente de IA da Azteca

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@ -1,154 +0,0 @@
---
type: rule
name: consultar-banco-query-ia
description: Define como agentes devem consultar o banco de dados via rota dedicada /query-ia — proibindo acesso direto ao banco fora deste protocolo
scope: global
trigger: context_match
priority: alta
updatedAt: "2026-07-01"
---
# Regra: Consultar Banco de Dados via `/query-ia`
## Contexto
Quando um agente precisa inspecionar dados reais do banco de dados — para diagnóstico, auditoria, validação de registros ou investigação de bugs — existe uma rota dedicada e segura para isso no backend do projeto.
Essa rota é exclusiva para desenvolvimento e **nunca deve ser usada em produção**. Ela bloqueia automaticamente comandos destrutivos.
## Rota
```
GET http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia → retorna documentação da rota (texto plano)
POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia → executa consulta SQL e retorna JSON
```
> **`<porta-back>` é subjetiva** — cada módulo do ecossistema usa uma porta diferente. Antes de usar a rota, descobrir a porta correta do projeto atual:
> - Verificar `package.json` do `*-back` (campo `scripts.dev` ou `scripts.start`)
> - Ou verificar a variável `PORT` no `.env` do módulo
## Como usar
### Descobrir a porta e consultar a documentação
```bash
# Verificar a porta no package.json do módulo back
cat package.json | jq '.scripts.dev'
# Consultar a documentação da rota (substitua <porta-back> pela porta real)
curl http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia
```
### Executar uma consulta SQL
```bash
curl -s -X POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia \
-H 'Content-Type: application/json' \
-d '{
"sql": "SELECT * FROM empresas LIMIT 10",
"parametros": []
}' | jq .
```
### Consulta com parâmetros (binding seguro)
```bash
curl -s -X POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia \
-H 'Content-Type: application/json' \
-d '{
"sql": "SELECT * FROM avaliacoes WHERE empresa_id = ? AND status = ?",
"parametros": ["uuid-da-empresa", "aprovado"]
}' | jq .
```
## Comandos bloqueados
Os seguintes comandos são **automaticamente rejeitados** pela rota (retorno 400):
- `DELETE`
- `UPDATE`
- `DROP`
- `ALTER`
- `TRUNCATE`
- `INSERT`
Apenas **leitura** (`SELECT`, `WITH`, `EXPLAIN`, etc.) é permitida.
## Retorno
```json
{
"rows": [...],
"rowCount": 42
}
```
Em caso de erro SQL:
```json
{
"erro": "mensagem de erro",
"stack": "stack trace (apenas em desenvolvimento)"
}
```
## Regra
O agente **DEVE** usar esta rota sempre que precisar de dados reais do banco — diagnóstico, contagem de registros, verificação de estado, auditoria de dados.
O agente **NUNCA** deve:
- Tentar acessar o banco diretamente via código (modificar arquivos para adicionar logs de DB)
- Inventar dados ou assumir estado sem verificar
- Usar esta rota para comandos de escrita — use as APIs REST do módulo para isso
## Exemplos
### ✅ Correto — inspecionar registros via query-ia
```bash
curl -s -X POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia \
-d '{"sql": "SELECT codigo, nome, status FROM empresas ORDER BY criado_em DESC LIMIT 20"}' \
-H 'Content-Type: application/json' | jq '.rows'
```
### ✅ Correto — verificar schemas PostgreSQL disponíveis
```bash
curl -s -X POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia \
-d '{"sql": "SELECT schema_name FROM information_schema.schemata ORDER BY schema_name"}' \
-H 'Content-Type: application/json' | jq '.rows'
```
### ✅ Correto — contar registros por inquilino
```bash
curl -s -X POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia \
-d '{"sql": "SELECT inquilino, COUNT(*) as total FROM empresas GROUP BY inquilino"}' \
-H 'Content-Type: application/json' | jq '.rows'
```
### ❌ Errado — tentar escrever via query-ia
```bash
# Será bloqueado com status 400
curl -X POST http://127.0.0.1:<porta-back>/query-ia \
-d '{"sql": "UPDATE empresas SET status = ?", "parametros": ["ativo"]}'`
```
### ❌ Errado — modificar código para adicionar log de banco
```typescript
// NÃO fazer isso para "ver os dados" — usar a rota query-ia
const debug = await dbKnex('empresas').select('*').limit(10)
console.log(debug)
```
## Impacto
Sem esta regra, agentes podem modificar código de produção apenas para inspecionar dados, ou assumir estados do banco sem verificação — gerando diagnósticos incorretos e alterações desnecessárias.
## Referências
- Implementação de referência: `qualifica-back/src/utilitarios-IA/query-ia.ts`
- Rule: `global/rules/autonomia-agente` (ações autônomas sem aprovação)

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@ -0,0 +1,53 @@
---
type: rule
name: copywriting-landing
description: Diretrizes de Copywriting, Design Visual, Formulários, SEO Técnico e CRO para Landing Pages de Alta Conversão
scope: [landing-pages, CRO, copywriting, SEO]
trigger: model_decision
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Diretrizes de Copywriting, Design e CRO para Landing Pages (@land)
## Copywriting de Alta Conversão
### Framework 4C
1. **Clarity (Clareza):** Entendimento da oferta nos primeiros 5 segundos.
2. **Comprehension (Compreensão):** Explicação clara do "como" a solução atua.
3. **Credibility (Credibilidade):** Números, depoimentos e logos reais.
4. **Conversion (Conversão):** Ação e próximo passo evidentes com atrito mínimo.
### Fórmulas de Headlines & CTAs
- **Headline:** `[Resultado] sem [dor]` | `[Ação] + [resultado] + sem [dor]` | `[Nº] [público] já [resultado]`
- **Message Match:** Manter a mesma promessa do anúncio na headline do Hero.
- **CTA:** `Solicitar Demonstração Gratuita` | `Ver como funciona` | `Falar com especialista`
---
## Design Visual & Psicologia (Regra 60-30-10)
- **60% Dominante:** Backgrounds e áreas principais.
- **30% Secundária:** Seções, cards e destaques.
- **10% Acento:** CTAs e alertas (máximo contraste).
- **Tipografia:** H1 48-56px Bold | Body 16-18px Regular (Line-height 1.6x).
- **Layout:** Container max 1200px | Padding vertical 80-120px | Contraste WCAG AA (4.5:1).
- **Mídia:** Screenshots reais do produto (NUNCA stock photos genéricas).
---
## Formulários Otimizados (Máximo 4 Campos)
1. Nome (texto)
2. E-mail corporativo (email)
3. Telefone/WhatsApp (tel)
4. Empresa (texto) — opcional
*Campos adicionais devem ser coletados no follow-up ou via multi-step.*
---
## SEO Técnico & Core Web Vitals
- **LCP:** < 2,5s | **INP:** < 200ms | **CLS:** < 0,1 | **TTFB:** < 800ms
- **Imagens:** WebP/AVIF com `width` e `height` explícitos, `loading="lazy"` para imagens abaixo da dobra.
- **Estrutura:** Um único `<h1>` (headline Hero), Meta title ≤ 60 chars, Meta description ≤ 160 chars.
- **Schema.org:** Markup de `Organization`, `SoftwareApplication` e `FAQPage`.

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@ -3,9 +3,9 @@ type: rule
name: css-global-betha
description: Define o padrão de CSS global com variáveis --bth-* para todos os frontends do ecossistema GOV (QUIPO-FRONT, QUIPO-PORTAL3, AUTENTICACAO-FRONT, QUIPO-CONSOLE)
scope: global
trigger: context_match
trigger: model_decision
priority: alta
updatedAt: "2026-07-02"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: CSS Global Betha — Variáveis `--bth-*`

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@ -0,0 +1,70 @@
---
type: rule
name: design-patterns-pragmatico
description: Aplicar Design Patterns GoF apenas quando há problema concreto que o justifique
scope: local
trigger: model_decision
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Design Patterns Pragmático
## Contexto
Os 22 Design Patterns GoF são soluções comprovadas para problemas recorrentes. Porém, aplicar um padrão sem problema concreto cria complexidade gratuita — o code smell "Generalidade Especulativa".
## Regra
**Antes de introduzir qualquer Design Pattern:**
1. Identificar o **problema concreto** que existe agora (não no futuro hipotético)
2. Nomear o **code smell** que o padrão resolve
3. Avaliar se a **complexidade do padrão** é justificada pelo tamanho do problema
4. Documentar a decisão com o formato: `Problema → Padrão → Justificativa`
**Nunca introduzir padrão porque:**
- "Pode ser útil no futuro" → Generalidade Especulativa
- "É elegante" → Over-engineering
- "Eu conheço esse padrão" → Hammer/Nail antipattern
## Guia de Decisão por Sintoma
| Sintoma no Código | Padrão Candidato | Aplicar Se... |
|-------------------|------------------|---------------|
| `if/switch` crescente por variação | **Strategy** | 3+ variações com tendência de crescer |
| Criação condicional de objetos | **Factory Method** | 2+ tipos com interface comum |
| Construção complexa passo a passo | **Builder** | 4+ parâmetros ou construção condicional |
| Comportamento que muda com estado | **State** | 3+ estados com transições definidas |
| Pipeline de validações/filtros | **Chain of Responsibility** | 3+ etapas com combinações variáveis |
| Comportamento adicional sem modificar | **Decorator** | 2+ comportamentos combináveis |
| Interface incompatível com sistema | **Adapter** | Integração com API externa |
| Subsistema com muitas dependências | **Facade** | 3+ módulos coordenados por um cliente |
| Notificação de mudanças de estado | **Observer** | 2+ interessados em mudanças |
## Exemplos
### ✅ Correto — Padrão justificado
```
Problema: cálculo de taxa varia por 5 tipos de licença e cresce com novos tipos.
Code smell: switch crescente (violação Open/Closed).
Padrão: Strategy via dispatch table.
Justificativa: elimina switch, cada novo tipo é arquivo separado.
```
### ❌ Incorreto — Padrão especulativo
```
Problema: nenhum. Temos apenas 1 tipo de notificação.
Padrão: Observer com EventEmitter customizado.
Motivo: "talvez no futuro tenha mais tipos".
Resultado: 4 arquivos novos para resolver 0 problemas.
```
## Impacto
Padrões aplicados sem critério geram código mais complexo sem benefício proporcional, violando o princípio YAGNI (You Aren't Gonna Need It).
## Referências
- Alexander Shvets — "Mergulho nos Padrões de Projeto" (Refactoring.Guru)
- GoF — "Design Patterns: Elements of Reusable Object-Oriented Software"
- Persona: `agents/refatorar/persona`

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@ -0,0 +1,156 @@
---
type: rule
name: drive-entidades-internas
description: Consultar entidades do e-licencie (empreendedor, empreendimento, usuário) via eLicencieDrive com token interno
scope: local
trigger: model_decision
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Consultar Entidades do e-licencie via Drive Interno
## Contexto
Dentro de `sigma-back/src/INFO/` e `sigma-back/src/_FILAS/`, quando um gerador de info
ou um worker de fila precisa dos dados de **empreendedor**, **empreendimento** ou
**usuário**, esses dados **não existem localmente no banco do SIGMA** — eles vivem no
e-licencie. A consulta deve ser feita via `eLicencieDrive` com token interno,
nunca retornando campos em branco (`nome: ""`, `documento: ""`).
## Regra
### 1. Instanciar o drive com token interno
Sempre usar `montarTokenInterno({ inquilino })` para autenticar o drive.
O `inquilino` já está disponível no contexto do gerador (`tipoGeradorInfo`) e
no worker de fila (extraído do schema).
```ts
import { eLicencieDrive, montarTokenInterno } from "../plugins/e-licencie-drive"
const drive = eLicencieDrive({ token: montarTokenInterno({ inquilino }) })
```
### 2. Preferir os helpers de `cacheEntidadesDrive`
Para buscas pontuais por código, usar os helpers prontos de
`sigma-back/src/e-licencie-drive/cacheEntidadesDrive.ts`:
```ts
import {
obterEmpreendedorPorCodigo,
obterEmpreendimentoPorCodigo,
obterUsuarioPorCodigo,
} from "../e-licencie-drive/cacheEntidadesDrive"
// dentro do gerador de info (já tem inquilino no contexto):
const empreendedor = await obterEmpreendedorPorCodigo(
objeto.codigo_empreendedor,
montarTokenInterno({ inquilino }),
)
```
### 3. Nunca retornar campos em branco
É **proibido** retornar `nome: ""` ou `documento: ""` quando esses dados
podem ser obtidos pelo drive.
```ts
// ❌ ERRADO — dado em branco não tem utilidade para busca ou exibição
return respostaComuns.valor({
codigo: objeto.codigo_empreendedor,
nome: "",
documento: "",
})
// ✅ CORRETO — consultar e retornar dados reais
const emp = await obterEmpreendedorPorCodigo(
objeto.codigo_empreendedor,
montarTokenInterno({ inquilino }),
)
return respostaComuns.valor({
codigo: objeto.codigo_empreendedor,
nome: emp?.nome ?? "",
documento: emp?.documento ?? "",
})
```
### 4. O `inquilino` já está disponível — não inventar
Nos geradores de info (`tipoGeradorInfo`), o parâmetro `{ objeto, schema, inquilino }`
já inclui `inquilino`. Na fila `_recalcular_todos_infos`, o `inquilino` é extraído
do schema via `decodeURIComponent(parts[2])`. Não é necessário buscá-lo de outra forma.
### 5. Tratar falha do drive com fallback
Se o drive retornar erro, registrar no log e retornar campos vazios — **nunca lançar**
exceção que interrompa o recálculo global de infos.
```ts
const emp = await obterEmpreendedorPorCodigo(
objeto.codigo_empreendedor,
montarTokenInterno({ inquilino }),
)
if (!emp) {
console.warn("[info] Empreendedor não encontrado no drive:", objeto.codigo_empreendedor)
}
return respostaComuns.valor({
codigo: objeto.codigo_empreendedor,
nome: emp?.nome ?? "",
documento: emp?.documento ?? "",
})
```
## Exemplos
### ✅ Correto — `_registros.ts` consultando drive
```ts
empreendedor: async ({ objeto, inquilino }) => {
const emp = await obterEmpreendedorPorCodigo(
objeto.codigo_empreendedor,
montarTokenInterno({ inquilino }),
)
return respostaComuns.valor({
codigo: objeto.codigo_empreendedor,
nome: emp?.nome ?? "",
documento: emp?.documento ?? "",
})
},
```
### ❌ Incorreto — retornar em branco sem consultar
```ts
empreendedor: async ({ objeto }) => {
return respostaComuns.valor({
codigo: objeto.codigo_empreendedor,
nome: "", // ← proibido quando drive está disponível
documento: "", // ← proibido quando drive está disponível
})
},
```
### ✅ Correto — worker de fila com drive
```ts
// inquilino já extraído do schema
const drive = eLicencieDrive({ token: montarTokenInterno({ inquilino }) })
const resultado = await drive.listarEmpreendedores()
```
## Arquivos de referência
| Arquivo | Papel |
|---|---|
| `sigma-back/src/plugins/e-licencie-drive.ts` | Ponto único de importação do drive + `montarTokenInterno` |
| `sigma-back/src/e-licencie-drive/cacheEntidadesDrive.ts` | Helpers: `obterEmpreendedorPorCodigo`, `obterEmpreendimentoPorCodigo`, `obterUsuarioPorCodigo` |
| `sigma-back/src/INFO/tipagem.ts` | Define `tipoGeradorInfo<T>` com `{ objeto, schema, inquilino }` |
| `sigma-back/src/INFO/index.ts` | `gravarInfo` — repassa `inquilino` para cada gerador |
## Impacto
Sem esta regra:
- Campos `nome` e `documento` ficam em branco no JSONB `info`, quebrando buscas textuais e exibição no frontend
- O drive é instanciado sem uso (código morto)
- Geradores novos podem replicar o padrão incorreto sem saber que o drive está disponível

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@ -1,10 +1,10 @@
---
type: rule
name: escrita-natural
trigger: context_match
trigger: model_decision
description: Garantir escrita natural, fluida e humana em textos comerciais e de comunicação, evitando linguagem robótica ou excessivamente genérica.
scope: global
updatedAt: "2026-06-01"
updatedAt: "2026-09-28"
ativacao: >
Aplicar quando o agente estiver produzindo textos comerciais, de marketing,
orçamentos, propostas, reels ou qualquer comunicação voltada ao público externo.

View file

@ -3,8 +3,8 @@ type: rule
name: estilos-design-system
description: Define os dois design systems do ecossistema e-licencie — Floreta (iniciativa privada) e Betha (governo) — e quando usar cada um
scope: global
trigger: always
updatedAt: "2026-07-02"
trigger: always_on
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Estilos e Design Systems do Ecossistema

View file

@ -0,0 +1,85 @@
---
type: rule
name: estrutura-vue
description: Padrões obrigatórios de estrutura para componentes Vue 3 (defineComponent, setup, CSS, dispatch)
scope: local
trigger: glob
globs: "**/*.vue"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Estrutura de Componentes Vue
## 1. `defineComponent` obrigatório
Todo componente Vue deve usar `defineComponent`:
```vue
<script lang="ts">
import { defineComponent } from 'vue'
export default defineComponent({
name: 'MeuComponente',
setup() {
// lógica aqui
}
})
</script>
```
## 2. `setup()` não pode ser externo
O `setup()` deve estar sempre dentro do `.vue`. Nunca delegar para arquivo externo.
```ts
// ❌ Proibido — setup esvaziado
export default defineComponent({
setup(props, { emit }) {
return useEliTabela(props, emit) // proxy vazio
}
})
// ✅ Correto — setup com lógica própria
export default defineComponent({
setup(props, { emit }) {
const estado = ref(null)
const carregar = async () => { ... }
return { estado, carregar }
}
})
```
> Composables `use*.ts` podem encapsular lógica reutilizável pontual, mas nunca substituir o `setup()`. Se ultrapassar 250 linhas → extrair subcomponentes, CSS ou Dispatch Table.
## 3. CSS co-localizado
Separação de estilos em arquivo externo quando o CSS contribui para o total de linhas:
```
MeuComponente.vue
MeuComponente.css
```
Importar via `import './MeuComponente.css'` ou `<style src="./MeuComponente.css" />`.
## 4. Dispatch Table
Uso de mapa de funções para eliminar `if/else` ou `switch` longos:
```ts
// handlers.ts
export const acaoHandlers: Record<string, () => void> = {
salvar: () => { ... },
cancelar: () => { ... },
excluir: () => { ... },
}
```
## Impacto
Sem estes padrões, componentes perdem inferência de tipos, lógica fica inauditável em composables externos, e CSS cresce inline sem controle.
## Referências
- Rule: `global/rules/limite-linhas`
- Rule: `global/rules/typescript-sem-any`

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@ -3,13 +3,9 @@ type: rule
name: jsdoc-padrao
description: Padrões de documentação em código-fonte (comentários claros e coerentes quanto à aplicação, JSDoc, casts e TODOs).
scope: global
trigger: file_match
globs:
- "**/*.ts"
- "**/*.tsx"
- "**/*.vue"
- "**/*.js"
updatedAt: "2026-09-01"
trigger: glob
globs: "**/*.ts, **/*.tsx, **/*.vue, **/*.js"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Documentação e Comentários no Código-Fonte

View file

@ -3,13 +3,9 @@ type: rule
name: limite-linhas
description: Nenhum arquivo de código pode ultrapassar 250 linhas
scope: global
trigger: file_match
globs:
- "**/*.ts"
- "**/*.tsx"
- "**/*.vue"
- "**/*.css"
updatedAt: "2026-06-01"
trigger: glob
globs: "**/*.ts, **/*.tsx, **/*.vue, **/*.css"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Limite de 250 Linhas por Arquivo

View file

@ -3,12 +3,9 @@ type: rule
name: mensagens-usuario
description: Toda mensagem visível ao usuário final deve ser escrita em linguagem do domínio, sem termos técnicos de TI
scope: global
trigger: file_match
globs:
- "**/*.vue"
- "**/*.ts"
- "**/*.tsx"
updatedAt: "2026-06-01"
trigger: glob
globs: "**/*.vue, **/*.ts, **/*.tsx"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Mensagens Orientadas ao Domínio

View file

@ -3,9 +3,9 @@ type: rule
name: modal-dialog-padrao-betha
description: Define a estrutura obrigatória de modais e dialogs MUI no padrão Betha — header escuro, body branco, footer cinza — para os frontends React do ecossistema GOV
scope: global
trigger: context_match
trigger: model_decision
priority: alta
updatedAt: "2026-07-02"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Padrão Modal/Dialog MUI — Estrutura Betha

View file

@ -0,0 +1,56 @@
---
type: rule
name: refatoracao-segura
description: Toda refatoração deve preservar comportamento e ter cobertura de testes
scope: local
trigger: always_on
updatedAt: "2026-06-19"
---
# Regra: Refatoração Segura
## Contexto
Refatoração é a melhoria da estrutura interna do código **sem alterar seu comportamento externo**. Sem essa garantia, refatoração vira regressão.
## Regra
Antes de executar qualquer refatoração, verificar:
1. **Testes existem** — o comportamento que será afetado tem cobertura
2. **Testes passam** — o estado antes da mudança é verde
3. **Passos pequenos** — cada mudança deve ser verificável isoladamente
4. **Sem surpresas** — nenhuma funcionalidade nova introduzida junto com refatoração
Se não há testes cobrindo o trecho:
- **PARAR** a refatoração
- Solicitar ao `@testes` a criação de testes de cobertura
- Só prosseguir após testes existirem e passarem
## Exemplos
### ✅ Correto
```
1. Verificar testes existentes para `calcularLicenca()`
2. Executar testes → todos passam
3. Extrair cálculo de multa para `calcularMulta()`
4. Executar testes → todos passam
5. Commit: "refactor: extrair calcularMulta de calcularLicenca"
```
### ❌ Incorreto
```
1. Refatorar `calcularLicenca()` inteiro
2. Adicionar nova regra de desconto (feature!)
3. Descobrir que não tinha testes
4. Commit: "refactor: melhorar cálculos" ← mentira, é feature + refatoração
```
## Impacto
Sem esta regra, refatorações introduzem regressões silenciosas que só são descobertas em produção.
## Referências
- Martin Fowler — "Refactoring: Improving the Design of Existing Code"
- Persona: `agents/refatorar/persona`

View file

@ -0,0 +1,88 @@
---
type: rule
name: solid-compliance
description: Todo código deve aderir aos 5 princípios SOLID do Refactoring.Guru
scope: local
trigger: model_decision
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: Conformidade SOLID
## Contexto
Os princípios SOLID são o alicerce de software manutenível. Violações geram acoplamento, rigidez e fragilidade que crescem exponencialmente com o tempo.
## Regra
Ao analisar ou modificar código, verificar conformidade com cada princípio:
### S — Responsabilidade Única
- Cada arquivo tem uma única razão para mudar
- Funções fazem uma única coisa
- Composables encapsulam um único domínio de estado
**Indicador de violação:** arquivo que precisa mudar quando regras de negócio **E** regras de apresentação mudam.
### O — Aberto/Fechado
- Novas funcionalidades adicionadas por extensão (novos arquivos), não por edição de existentes
- Usar dispatch tables, strategy pattern ou plugins
**Indicador de violação:** `if/else` ou `switch` que cresce a cada nova variação.
### L — Substituição de Liskov
- Subtipos podem ser usados onde o tipo base é esperado
- Funções que aceitam um tipo base funcionam com qualquer subtipo
**Indicador de violação:** `instanceof` ou type guards que verificam subtipos para mudar comportamento.
### I — Segregação de Interface
- Tipos/interfaces contêm apenas os membros que seus consumidores usam
- Nenhum módulo é forçado a depender de métodos que não utiliza
**Indicador de violação:** tipo com campos opcionais demais (`?`) que na prática são obrigatórios em alguns contextos.
### D — Inversão de Dependência
- Módulos de lógica de negócio não importam de módulos de infraestrutura diretamente
- Dependência flui através de abstrações (interfaces, tipos, schemas Zod)
**Indicador de violação:** serviço de negócio importando driver de banco ou cliente HTTP diretamente.
## Exemplos
### ✅ Correto — Princípio O (Aberto/Fechado)
```ts
// dispatch table: extensível sem editar código existente
const calculadores: Record<TipoLicenca, CalculadorFn> = {
ambiental: calcularAmbiental,
sanitaria: calcularSanitaria,
// nova licença? adicionar aqui sem tocar nas funções existentes
}
```
### ❌ Incorreto — Violação do Princípio S (Responsabilidade Única)
```ts
// arquivo que faz validação + cálculo + formatação + envio de email
export function processarLicenca(dados: DadosLicenca) {
validar(dados) // validação
const valor = calcular(dados) // cálculo
const pdf = gerarPDF(valor) // formatação
enviarEmail(pdf) // notificação
// 4 razões para mudar = 4 responsabilidades
}
```
## Impacto
Código que viola SOLID se torna cada vez mais caro de manter: cada mudança exige mais esforço e introduz mais risco de regressão.
## Referências
- Robert C. Martin — "Agile Software Development, Principles, Patterns, and Practices"
- Refactoring.Guru — https://refactoring.guru/pt-br/design-patterns
- Persona: `agents/refatorar/persona`

View file

@ -3,9 +3,9 @@ type: rule
name: theme-provider-mui-betha
description: Define a arquitetura centralizada do ThemeProvider MUI Betha nos frontends React do ecossistema GOV (AUTENTICACAO-FRONT, QUIPO-FRONT, QUIPO-PORTAL3)
scope: global
trigger: context_match
trigger: model_decision
priority: alta
updatedAt: "2026-07-02"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: ThemeProvider MUI Centralizado — Arquitetura Betha

View file

@ -3,10 +3,9 @@ type: rule
name: tsconfig-ignore-deprecations
description: Workaround obrigatório para tsup v8.5.0 que injeta baseUrl depreciado no TS 6.0
scope: global
trigger: file_match
globs:
- "**/tsconfig.json"
updatedAt: "2026-07-01"
trigger: glob
globs: "**/tsconfig*.json"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: ignoreDeprecations no tsconfig.json

View file

@ -3,11 +3,10 @@ type: rule
name: typescript-module-resolution
description: Padrão obrigatório de moduleResolution para todos os pacotes do monorepo Azteca
scope: global
trigger: file_match
globs:
- "**/tsconfig.json"
trigger: glob
globs: "**/tsconfig*.json"
priority: alta
updatedAt: "2026-07-01"
updatedAt: "2026-09-28"
---
# Regra: moduleResolution Padrão do Monorepo

View file

@ -0,0 +1,109 @@
---
name: adicionar-ajuda
description: Adicionar ou atualizar botão de ajuda e documentação contextual em telas e modais (Frontend)
scope: global
updatedAt: "2026-09-01"
---
# Skill / Workflow: Adicionar Ajuda Contextual em Telas e Modais
Este guia estabelece o padrão para criação e manutenção de arquivos de **ajuda contextual ao usuário** exibidos diretamente na interface da aplicação.
O objetivo da ajuda em tela é **auxiliar o usuário final a compreender e operar a interface de forma autônoma**, explicando o funcionamento da tela/modal de forma clara, amigável e objetiva.
---
## 1. Padrão Canônico de Nomenclatura e Co-Localização
Sempre que uma tela ou modal possuir ajuda contextual, o arquivo Markdown de documentação **DEVE** ser co-localizado com o componente na mesma pasta, adotando o sufixo `.ajuda.md`:
```
modalExportarPdf.vue → modalExportarPdf.ajuda.md
modalParametros.vue → modalParametros.ajuda.md
telaCadastroPonto.vue → telaCadastroPonto.ajuda.md
```
> ⚠️ **Regra Estrita**: Para qualquer componente `modalX.vue`, o arquivo de ajuda contextual correspondente é obrigatoriamente `modalX.ajuda.md`.
---
## 2. Conteúdo Obrigatório do `.ajuda.md`
O conteúdo deve ser redigido **exclusivamente na linguagem do usuário e do domínio**, sem termos técnicos de desenvolvimento (como props, emits, SQL, endpoints, etc.).
Estrutura recomendada:
```markdown
# Ajuda: [Nome da Tela / Modal]
## Objetivo
Explique resumidamente para que serve esta tela ou modal dentro do fluxo de trabalho do usuário.
## Botões e Ações Principais
- **[Nome do Botão]**: O que acontece ao clicar (ex: *Salvar — grava as leituras informadas no sistema*).
- **[Nome do Botão]**: Ação de cancelamento ou descarte.
## Campos do Formulário
- **[Nome do Campo]**: Explicação do dado esperado, formato e obrigatoriedade.
- **[Nome do Campo]**: Regra de preenchimento ou limites aplicáveis.
## Fluxo de Uso Passo a Passo
1. Passo inicial do usuário.
2. Preenchimento e conferência.
3. Conclusão da ação.
## Regras de Validação e Normas (quando aplicável)
Explique prazos, limites legais ou critérios ambientais relevantes para a operação.
```
---
## 3. Posicionamento do Botão de Ajuda na UI
O botão de ajuda (ex: `BotaoAjuda`, ícone `HelpCircle` ou `v-icon`) deve ser posicionado de maneira consistente:
### Em Modais (`modalX.vue`)
- Posicionado na **parte inferior esquerda** do modal (no footer / rodapé de ações).
- Nunca sobrepor botões principais de ação (como Salvar, Fechar, Excluir).
- Espaçamento adequado (`margin` / `padding`) garantindo contraste e acessibilidade.
### Em Páginas / Telas (`telaX.vue`)
- Posicionado na **parte inferior esquerda** da página ou no cabeçalho ao lado do título da tela.
- Não sobrepor barras de navegação nem componentes flutuantes.
---
## 4. Integração Técnica no Vue 3
O componente de ajuda carrega dinamicamente o arquivo `.ajuda.md` co-localizado (via import raw `?raw` ou serviço de documentação local) e o renderiza em diálogo limpo:
```vue
<!-- Exemplo no template do modal -->
<template>
<v-card>
<v-card-title>Configurar Parâmetros</v-card-title>
<v-card-text>...</v-card-text>
<v-card-actions class="d-flex justify-space-between">
<BotaoAjuda :conteudo-md="conteudoAjuda" />
<div>
<v-btn variant="text" @click="fechar">Cancelar</v-btn>
<v-btn color="primary" @click="salvar">Salvar</v-btn>
</div>
</v-card-actions>
</v-card>
</template>
<script setup lang="ts">
import conteudoAjuda from "./modalParametros.ajuda.md?raw"
</script>
```
---
## Checklist de Validação
- [ ] Arquivo nomeado exatamente como `modalX.ajuda.md` para `modalX.vue`?
- [ ] Arquivo co-localizado na mesma pasta do componente?
- [ ] Texto em português claro, sem jargões de TI?
- [ ] Botões, campos e fluxo passo a passo documentados?
- [ ] Botão de ajuda posicionado no canto inferior esquerdo sem sobrepor outros elementos?

View file

@ -0,0 +1,241 @@
---
type: workflow
name: aprimora-ia
description: Otimizar o ecossistema da IA conforme identificado durante a conversa e registrar eventos na memória
scope: global
updatedAt: "2026-08-10"
---
# Workflow: /aprimora-ia (Aprimoramento Contínuo e Registro de Memória)
## 🎯 Objetivo
Analisar os aprendizados, alterações e decisões tomadas ao longo da conversa, aplicando as devidas otimizações diretamente nos artefatos do ecossistema (Rules, Workflows, Skills e Personas).
Este workflow é **obrigatório** e deve ser executado sempre que houver qualquer definição nova.
---
## Artefatos de Conhecimento
O conhecimento do agente está organizado em **três tipos de artefatos**, cada um com responsabilidade distinta:
| Artefato | Diretório (herdado) | Diretório (local) | Responsabilidade |
|----------|---------------------|-------------------|------------------|
| **Rules** | `.agent/rules/` | `.agent/rules/` | Restrições e convenções que o agente **deve respeitar sempre** |
| **Workflows** | `.agent/workflows/` | `.agent/workflows/` | Processos sequenciais com passos numerados para tarefas bem definidas |
| **Skills** | `.agent/skills/` | `.agent/skills/` | Guias operacionais completos e reutilizáveis para tarefas complexas recorrentes |
| **Memória das Ações da IA** | — | `<base_projeto>/memorias-ia/` | Registros de sessões, otimizações dos agentes, decisões e relatórios da IA (raiz do pai) |
> 🧩 **Polimorfismo do `.agent` e Identidade por Projeto**:
> O `.agent` é polimórfico e genérico. A personalização e identidade de cada projeto específico é mantida fora do `.agent`:
> - `./memorias-ia/modulo.yml` (na raiz do projeto pai): Arquivo mandatório com `modulo-id`, `modulo-caminho`, `modulo-descricao` e `modulo-tipo`.
> - `./memorias-ia/`: Registros de ações, sessões e decisões da IA.
> - `<base_projeto>/../wiki/<modulo-id>/`: Documentação funcional com acesso dos usuários na aplicação VitePress.
> - `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo-id>/`: Documentação técnica com acesso interno dev na aplicação VitePress.
### Diferenças entre os artefatos
| Critério | Rule | Workflow | Skill | Memória |
|----------|------|----------|-------|---------|
| **Formato** | Regra declarativa | Passos sequenciais | Guia prático com templates | Diários, ADRs, documentação de contexto puro |
| **Quando usar** | Aplicada **automaticamente** em todo contexto | Acionado por **comando** (`/workflow`) | Consultado **sob demanda** ao iniciar tarefa complexa | Consultado **para restaurar contexto** e entender escopo |
| **Exemplos** | "Nunca usar `any`" | "/migracao_banco" | "Criar função api2 end-to-end" | "ADR de transição para Nuxt 4", "Dicionário de dados" |
| **Escopo** | Restrição transversal | Processo pontual | Padrão operacional completo | Registro histórico e base factual |
### Regra de escolha
- Se é uma **restrição** que vale sempre → **Rule**
- Se é um **processo com etapas** que o usuário aciona → **Workflow**
- Se é um **guia operacional** com templates e checklist para tarefas complexas → **Skill**
- Se o conteúdo serve como **referência cruzada** durante tarefas → **Skill**
- Se é um **registro de estado, decisão técnica importante ou compreensão do domínio temporal** → **Memória**
---
## 1️⃣ Análise do Contexto Atual (Obrigatória)
É obrigatório:
- Revisar integralmente a conversa atual.
- Identificar:
- Regras de negócio novas ou alteradas.
- Padrões técnicos definidos.
- Convenções estabelecidas.
- Decisões arquiteturais.
- Ajustes de comportamento do sistema ou do agente.
Para cada item identificado, classificar obrigatoriamente:
- Já existe artefato correspondente (rule, workflow ou skill) → **ATUALIZAR**
- Existe parcialmente → **REFATORAR**
- Não existe → **CRIAR**
- Impacta múltiplas áreas → **PROPAGAR**
---
## 2️⃣ Atualização das Rules (Obrigatória)
### Regras inegociáveis:
- Toda nova regra **DEVE** ser registrada.
- Nenhuma regra pode existir apenas na conversa.
- É **PROIBIDO** deixar conhecimento implícito.
### Estrutura obrigatória:
- Um arquivo = um único assunto.
- Nome claro em `kebab-case`.
- Limite máximo: ~10.000 caracteres.
### É obrigatório:
- Evitar duplicação de conteúdo.
- Atualizar regras antigas quando substituídas.
- Remover ou ajustar regras conflitantes.
- Garantir consistência semântica entre arquivos.
### Estrutura obrigatória da rule:
```md
# Nome da Regra
## Contexto
Quando se aplica.
## Regra
Definição objetiva e obrigatória.
## Exemplos
✅ Correto
❌ Incorreto
## Impacto
Problema que evita.
```
---
## 3️⃣ Atualização dos Workflows (Obrigatória quando aplicável)
Sempre que houver processo repetível identificado:
* Criar ou atualizar workflow em `.agent/local/workflows/`.
### Obrigatório:
* Frontmatter com `description`.
* Passos numerados.
* Clareza operacional (sem ambiguidade).
* Comandos executáveis quando possível.
* Uso de `// turbo` para comandos seguros.
---
## 4️⃣ Atualização das Skills (Obrigatória quando aplicável)
Sempre que um padrão operacional complexo for definido, refinado ou corrigido:
* Criar ou atualizar skill em `.agent/local/skills/<nome-da-skill>/SKILL`.
### Quando atualizar uma skill:
- Nova regra afeta o padrão operacional descrito na skill (ex: nova convenção de tipagem afeta `criar-funcao-api2`)
- Novo workflow introduz etapas que complementam ou substituem uma skill
- Um erro recorrente revela que a skill está incompleta ou desatualizada
- Uma decisão arquitetural muda o fluxo descrito na skill
### Estrutura obrigatória da skill:
```md
---
name: nome-da-skill
description: >
Descrição em uma linha do que a skill faz.
---
# Skill: Nome Descritivo
Parágrafo de contexto explicando quando usar.
## PASSO N — Título do Passo
Instruções com código, regras e padrões.
## Checklist Final
- [ ] Item de verificação
## Referências
- Regras: `.agent/local/rules/xxx`
- Workflow: `.agent/local/workflows/xxx`
```
### Regras de organização:
- Uma skill por diretório: `.agent/local/skills/<nome>/SKILL`
- Skills globais são identificadas pelo campo `scope: global` no frontmatter
- Nome do diretório em `kebab-case`
- A skill **não deve duplicar** conteúdo de rules — referencia-as via seção `Referências`
- A skill **pode consolidar** conhecimento de múltiplas rules e workflows em um guia unificado
- Templates de código devem estar na própria skill (não em arquivos separados, a menos que sejam muito grandes)
- Skills globais residem em `global/skills/`
- Skills específicas do projeto residem em `.agent/local/skills/<nome>/SKILL`
---
## 5️⃣ Revisão de Impacto (Dirigida por Grafo)
Quando um artefato é alterado, a revisão deve ser **dirigida**, não exaustiva.
### Processo:
1. Identificar o artefato alterado
2. Consultar a seção `Referências` do artefato para encontrar dependentes diretos
3. Verificar consistência APENAS entre o artefato alterado e seus dependentes
4. Se uma inconsistência for encontrada, propagar para o próximo nível
### Regras de escopo:
| Se alterou... | Revisar... |
|---|---|
| Uma **Rule** | Workflows e skills que a **referenciam** |
| Um **Workflow** | Skills que o **referenciam** |
| Uma **Skill** | Rules e workflows na seção Referências |
| **Memória/ADR** | Nada — memória é registro, não dependência |
### É PROIBIDO:
* Revisar artefatos **sem relação** com a mudança
* Afirmar que "tudo foi revisado" sem listar quais artefatos foram verificados
* Criar artefatos sem verificar se já existe um com o mesmo escopo
### A revisão DEVE verificar:
* Não existem regras conflitantes entre o artefato alterado e seus dependentes
* Referências cruzadas continuam válidas (arquivos existem, nomes corretos)
* Skills refletem fielmente as rules que referenciam
* Não há duplicação de conteúdo entre artefatos
---
## 7⃣ Verificação Final (Checklist obrigatório)
Só é permitido encerrar se TODOS forem verdadeiros:
* [ ] Artefatos dependentes do alterado foram revisados
* [ ] Não existe conflito entre artefatos revisados
* [ ] Não existe duplicação de conteúdo
* [ ] Nenhuma regra ficou implícita
* [ ] Referências cruzadas estão válidas
* [ ] Estrutura está organizada por assunto
* [ ] Skills referenciam (não duplicam) rules
---
## ⚠️ Regra Suprema
> Se existir qualquer dúvida, conflito ou inconsistência
> entre o artefato alterado e seus dependentes,
> o trabalho é considerado **INCOMPLETO**.
A revisão é dirigida, não opcional.

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@ -0,0 +1,89 @@
---
name: auditar-arquitetura-modulo
description: >
Auditoria arquitetural de módulo: fronteiras, acoplamento, dependências
circulares, contratos de API e dívidas técnicas.
scope: local
---
# Skill: Auditar Arquitetura de Módulo
## Objetivo
Avaliar a saúde arquitetural de um módulo antes de propor mudanças estruturais.
## Etapas
### 1. Verificar Fronteiras de Pacote
```sh
# Detectar imports que cruzam fronteiras
rg "from.*-back" --include='*.ts' --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -n
rg "from.*-front" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
# Verificar imports entre módulos diferentes
rg "from.*<outro-modulo>" --include='*.ts' <modulo>/ -n
```
### 2. Verificar Acoplamento
```sh
# Contar imports por arquivo (alto = muito acoplado)
fd "*.ts" <modulo>-back/src/ --exec sh -c 'echo "$(grep -c "^import" "$1") $1"' _ {} | sort -rn | head -10
# Detectar dependências circulares
rg "from.*\.\/" --include='*.ts' <modulo>/src/ -l | head -20
```
### 3. Verificar Contratos de API
```sh
# Listar rotas e seus schemas de validação
rg "router\.(get|post|put|patch|delete)" --include='*.ts' <modulo>-back/src/rotas/ -n
# Verificar se schemas Zod estão no *-comuns (não duplicados no back)
rg "z\.object" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -l
```
### 4. Avaliar Dívida Técnica
```sh
# Buscar marcadores de dívida
rg "TODO|FIXME|HACK|WORKAROUND|DEBT|TEMP" --include='*.ts' --include='*.vue' <modulo>/ -n
# Verificar limite de linhas
fd "*.ts" <modulo>/src/ --exec sh -c 'lines=$(wc -l < "$1"); [ "$lines" -gt 250 ] && echo "$lines $1"' _ {}
# Verificar uso de any
rg "as any|: any" --include='*.ts' <modulo>/ -c
```
### 5. Relatório
```markdown
# Auditoria Arquitetural — [módulo]
## Resumo
- **Violações de fronteira:** N
- **Arquivos com acoplamento alto (>10 imports):** N
- **Dívidas técnicas (TODO/FIXME):** N
- **Arquivos acima de 250 linhas:** N
## Achados
### 🔴 Crítico
| Tipo | Arquivo | Problema | Ação |
|------|---------|----------|------|
### 🟡 Moderado
| Tipo | Arquivo | Problema | Ação |
|------|---------|----------|------|
## Plano de Ação
1. ...
```
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Rule: `global/rules/fronteiras-monorepo`
- Skill: `global/skills/mapear-codigo-fonte/SKILL`

View file

@ -0,0 +1,63 @@
---
name: auditar-ux-heuristicas
description: >
Auditoria de UX baseada em heurísticas de Nielsen e verificação de estados de UI.
scope: local
---
# Skill: Auditar UX por Heurísticas
## Objetivo
Avaliar UX de tela ou fluxo antes de propor mudanças.
## Etapas
### 1. Heurísticas de Nielsen
| # | Heurística | Pergunta |
|---|-----------|----------|
| 1 | Visibilidade do status | Sistema informa o que acontece? |
| 2 | Compatibilidade | Mensagens usam linguagem do domínio? |
| 3 | Controle e liberdade | Pode desfazer, voltar, cancelar? |
| 4 | Consistência | Mesmos conceitos, mesma aparência? |
| 5 | Prevenção de erros | Campos obrigatórios claros? Confirmação em ações destrutivas? |
| 6 | Reconhecimento > Lembrança | Labels descritivos? |
| 7 | Flexibilidade | Ações frequentes acessíveis? |
| 8 | Estética minimalista | Info desnecessária? |
| 9 | Recuperação de erros | Mensagens orientam correção? |
| 10 | Ajuda | Ajuda contextual disponível? |
### 2. Estados de Interface
Para cada componente: `□ Loading □ Vazio □ Sucesso □ Erro □ Desabilitado`
### 3. Acessibilidade Básica
```sh
rg "<img" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -n | grep -v "alt="
rg "<v-btn\|<button" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -n | grep -v "aria-label\|title"
```
### 4. Relatório
```markdown
# Auditoria UX — [tela/fluxo]
## Achados por Heurística
| # | Heurística | Status | Problema | Recomendação |
|---|-----------|--------|----------|--------------|
## Estados de Interface
| Componente | Loading | Vazio | Erro | Sucesso |
|------------|---------|-------|------|---------|
## Plano de Melhoria
1. ...
```
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Rule: `global/rules/mensagens-usuario`
- Rule: `global/rules/feedback-visivel`

View file

@ -1,118 +0,0 @@
---
name: codigo-limpo
description: Especialista em Código Limpo (Clean Code) e Refatoração baseado nas 12 Regras Canônicas (Dispatch Tables, SRP, DRY, Escoteiro)
scope: global
updatedAt: "2026-09-16"
---
Você é um agente especialista em Código Limpo, Otimização e Refatoração para projetos TypeScript, Vue 3, TSX e JSX do ecossistema Azteca.
Sua missão é aplicar rigorosamente as **12 Regras Canônicas do Código Limpo** para elevar a legibilidade, simplicidade, testabilidade e elegância do código, preservando 100% do comportamento funcional.
---
## As 12 Regras Canônicas do Código Limpo
### I. Nomenclatura e Clareza
1. **Nomes significativos e sem "Números Mágicos":**
- Variáveis, funções e classes devem revelar sua real intenção.
- Substitua valores primitivos soltos (`status === 4`, `timeout: 86400`) por constantes ou enums descritivos (`status === STATUS_PAGO`, `TEMPO_EXPIRACAO_MS = 24 * HORA_MS`). O nome deve dispensar explicações adicionais.
2. **O código deve explicar a si mesmo:**
- Elimine comentários redundantes que dizem *o que* o código faz.
- Use comentários e JSDoc apenas para esclarecer o *porquê* de uma decisão de negócio ou arquitetura complexa (`rules/jsdoc-padrao.md`). O código claro é a única fonte da verdade.
3. **Prefira Mapeamento (Dispatch Tables) a Switch/If-Else encadeados:**
- Elimine tripas de condicionais repetitivas.
- Sempre que precisar associar chaves, status ou tipos a ações, configurações ou componentes, crie um **Objeto de Mapeamento (Dispatch Table / Strategy Pattern)** fortemente tipado:
- **Para executar funções:**
```ts
const acoesPorStatus: Record<StatusExecucao, (exec: Execucao) => void> = {
[StatusExecucao.CONCLUIDA]: finalizarExecucao,
[StatusExecucao.PENDENTE]: agendarNotificacao,
[StatusExecucao.CANCELADA]: arquivarRegistro,
}
acoesPorStatus[status]?.(execucao)
```
- **Para retornar configurações ou metadados:**
```ts
const BADGE_CONFIG: Record<TipoSeveridade, { label: string; cor: string }> = {
baixa: { label: 'Informativo', cor: 'var(--cor-eli-info)' },
alta: { label: 'Crítico', cor: 'var(--cor-eli-erro)' },
}
```
- **Para renderizar telas e componentes (Vue 3 / TSX):**
```vue
<component :is="mapaRenderizador[tipoRegistro]" :dados="registro" />
```
### II. Funções e Métodos
4. **Funções devem ser pequenas:**
- Uma função deve fazer apenas uma coisa, fazê-la bem e fazer apenas ela.
- Funções não devem ultrapassar 25 a 30 linhas de lógica. Se forem longas ou aninhadas, divida-as em funções menores e bem nomeadas.
5. **Reduza o número de parâmetros:**
- O ideal é que funções tenham zero, um ou no máximo dois argumentos.
- Caso precise de três ou mais parâmetros, agrupe-os em um **Objeto de Parâmetros** tipado (`interface ParametrosCalculo { ... }`).
6. **Não crie efeitos colaterais (Side Effects Ocultos):**
- Uma função não deve alterar estado global, mutar argumentos recebidos por referência ou modificar variáveis externas sem transparência.
- Priorize pureza funcional e imutabilidade; o escopo da transformação deve ser evidente em seu nome e tipo de retorno.
### III. Estrutura e Design
7. **Princípio DRY (Don't Repeat Yourself):**
- Elimine qualquer duplicação de lógica ou template.
- Se um trecho existe em mais de um ponto, transforme-o em uma função utilitária, composable (`use*.ts`), constante compartilhada ou componente reutilizável.
8. **Responsabilidade Única (SRP) e Limite de 250 Linhas:**
- Cada arquivo, módulo ou componente deve ter um único motivo para mudar. Nunca misture regras de banco, lógica de negócios e UI no mesmo arquivo.
- **Limite rígido de 250 linhas por arquivo:** Nenhum arquivo `.vue`, `.ts`, `.tsx`, `.jsx` ou `.css` pode ultrapassar 250 linhas (`verificar-linhas.sh`).
- Se o arquivo for grande, decomponha em:
- `NomeComponente/index.vue` (orquestrador enxuto)
- `SubComponente.vue` (blocos de template)
- `nomeComponente.mapeadores.ts` (dispatch tables e ações)
- `NomeComponente.css` (estilos co-localizados)
- `useNomeComponente.ts` (estado reativo e composable)
9. **Formatação e Padronização Automatizada:**
- O código deve parecer escrito por um único desenvolvedor.
- Use formatação automatizada via Biome (`biome check --write`), mantendo indentação, aspas simples e regras de lint perfeitamente consistentes.
### IV. Tratamento e Qualidade
10. **Trate erros com elegância:**
- Nunca silencie erros deixando blocos `catch` vazios (`catch (_) {}`).
- Exponha feedback compreensível ao usuário via Toast/Banner e registre o log operacional com contexto suficiente (`feedback-visivel.md`).
- Lance exceções claras em vez de retornar códigos genéricos (`return -1`).
11. **Testes devem ser limpos e independentes:**
- Testes unitários e de integração devem ser tão limpos quanto o código de produção.
- Cada teste deve testar um único conceito, executar com rapidez e nunca depender da ordem ou do estado de outros testes.
12. **A Regra do Escoteiro:**
- *"Deixe a área de acampamento mais limpa do que como você a encontrou."*
- Sempre que tocar em um arquivo para resolver um problema ou adicionar uma feature, melhore algo: limpe um import morto, renomeie uma variável confusa, extraia uma constante ou substitua uma cadeia de ifs por um mapeamento.
---
## Restrições Inegociáveis
1. **Nunca altere regras de negócio.** A refatoração aprimora a estrutura interna sem alterar o comportamento externo.
2. **Nunca altere contratos de API, props de componentes ou interfaces exportadas.**
3. **Nunca utilize `any` ou `@ts-ignore`** para solucionar tipos (`rules/typescript-sem-any.md`).
4. **O `<script setup lang="ts">` de componentes Vue não deve ser desmembrado do `.vue`.**
5. **CSS longo pode ser extraído para arquivo co-localizado `Nome.css`.**
---
## Formato de Saída Esperado
Para cada arquivo analisado e refatorado, entregue:
1. **Diagnóstico das 12 Regras:** Problemas concretos identificados (com indicação da regra violada).
2. **Melhorias Aplicadas:** Técnicas empregadas (ex.: Mapeamento via Dispatch Table, Objeto de Parâmetros, Extração SRP).
3. **Código Refatorado:** Código final pronto, limpo e devidamente formatado.
4. **Estrutura Proposta:** Caso o arquivo original tenha sido decomposto para respeitar o limite de 250 linhas, forneça o conteúdo completo de cada arquivo criado.

View file

@ -0,0 +1,144 @@
---
type: workflow
name: comercial
description: Criar uma descrição comercial das funcionalidades e do sistema
scope: local
updatedAt: "2026-06-01"
---
# Workflow: Criar Descrição Comercial
Este workflow gera uma descrição comercial de funcionalidades ou do sistema completo, escrita na pasta `./COMERCIAL/`. Cada módulo ou funcionalidade gera um arquivo separado com o padrão `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md`.
É **OBRIGATÓRIO** seguir a regra global de Escrita Natural (`escrita-natural`) em toda produção textual deste workflow.
---
## Passos
### 1. Identificar as funcionalidades e contexto do módulo
Consultar `<base_projeto>/memorias-ia/modulo.yml` para obter `modulo-descricao`, `modulo-tipo` e `modulo-id`. Perguntar ao usuário quais módulos ou funcionalidades devem ser descritos. Se o pedido for genérico ("descreva o sistema"), usar o escopo oficial de `memorias-ia/modulo.yml` e confirmar antes de redigir.
### 2. Levantar contexto real de cada funcionalidade
Antes de escrever, ler o código-fonte e os componentes relacionados para entender:
- Qual **problema real** a funcionalidade resolve?
- Quem são os **usuários diretos**? (consultor ambiental, gestor ambiental, gestor público, técnico de campo)
- Qual é o **fluxo de uso** no dia a dia?
- Quais **dificuldades operacionais** existiam antes da solução?
### 3. Redigir a descrição comercial
Para cada funcionalidade, produzir **dois blocos de texto** no arquivo `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md`:
#### Bloco A — Descrição Resumida (2 a 4 linhas)
Texto curto que pode ser usado em páginas de divulgação, apresentações rápidas ou materiais institucionais.
Estrutura obrigatória:
- **Linha 1**: o problema/dificuldade que existe sem a solução
- **Linha 2-3**: como funciona na prática (ação do usuário, sem termos técnicos de TI)
- **Linha 4**: o impacto concreto (ganho mensurável)
*Exemplo:*
> Sem controle digital, registros de campo ficam em cadernos e planilhas isoladas — sujeitos a perda e erro de transcrição.
> Com a solução, o técnico registra os dados direto no celular, mesmo sem internet, com validação automática.
> Isso elimina falhas de preenchimento e garante rastreabilidade completa para auditorias.
#### Bloco B — Descrição Detalhada
Texto mais completo (5 a 15 linhas) que aprofunda o funcionamento e os diferenciais. Deve incluir:
- Cenário de uso realista (quem faz o quê, quando e onde)
- Recursos técnicos relevantes explicados de forma acessível (offline, sincronização, alertas automáticos)
- Benefícios encadeados (causa → efeito)
- **Implicações legais ou normativas** (quando aplicável): se a funcionalidade tem relação com legislação, normas regulatórias ou resoluções de órgãos competentes, **citar expressamente** a norma ou obrigação legal. Isso fortalece o argumento comercial e demonstra que a solução atende requisitos reais de conformidade.
> **Regra de siglas**: toda sigla usada pela primeira vez no texto deve vir acompanhada do nome por extenso. Exemplo: "ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico)". Nas ocorrências seguintes, pode-se usar apenas a sigla.
### 4. Revisar contra o checklist de qualidade
Antes de entregar, validar **cada bloco** contra as restrições abaixo:
- [ ] O texto do Resumo começa pelo problema, não pela funcionalidade?
- [ ] Há pelo menos um cenário de uso prático (quem, onde, como)?
- [ ] Os parágrafos são curtos (2 a 4 linhas) com uma ideia principal cada?
- [ ] A linguagem soa como alguém que vive o problema, não como manual de software?
- [ ] Está **LIVRE** de jargões de TI e termos em inglês sem tradução?
- [ ] Toda **sigla** está acompanhada do nome por extenso na primeira ocorrência?
- [ ] Está **LIVRE** de termos vazios ("Inovador", "Eficiente", "Solução completa", "O presente projeto")?
- [ ] Está **LIVRE** do padrão repetitivo "O sistema permite / A funcionalidade permite / A ferramenta permite"?
- [ ] As frases variam de estrutura? (alternando "Na prática...", "Com isso...", "Isso reduz...", "Como resultado...")
- [ ] Quando há implicação legal ou normativa, a norma/lei/resolução está **citada e destacada** no texto?
- [ ] O texto é compreensível pelo **público-alvo do produto** sem conhecimento de TI?
---
## Público-Alvo
Todo texto produzido por este workflow deve ser compreensível pelo **público-alvo do produto**. O agente deve identificar quem são os usuários e decisores com base no contexto do projeto.
Regra geral: nenhum dos perfis-alvo tem obrigação de conhecer termos de tecnologia. A linguagem deve ser **acessível, direta e sem jargões de TI**.
---
## Regras de Tom e Vocabulário
| ✅ Usar | ❌ Evitar |
|---|---|
| "Na prática, o técnico..." | "O sistema permite..." |
| "Com isso, a equipe..." | "A solução inovadora..." |
| "Isso elimina..." | "O presente projeto visa..." |
| "Como resultado..." | "Dessa forma..." |
| "Sem a solução, o gestor precisa..." | "A ferramenta oferece..." |
| "Entregamos controle sobre..." | "Nossa solução oferece..." |
| "O gestor ganha visibilidade de..." | "A plataforma disponibiliza..." |
| "página de divulgação" | "landing page" |
| "frase de abertura" | "hook" |
| "chamada para ação" | "CTA" (isolado, sem explicação) |
| "texto persuasivo" | "copywriting" |
| "linha do tempo, publicações" | "feed" |
**Tom geral**: profissional, direto, sem burocracia institucional. O texto deve parecer escrito por quem constrói a solução e entende a operação do dia a dia do cliente.
---
## Formato de Saída
Cada módulo ou funcionalidade deve gerar **um arquivo próprio** dentro da pasta `./COMERCIAL/`.
**Regra de nomeação do arquivo:**
- Usar o nome do módulo em **kebab-case** (minúsculo, separado por hifens)
O arquivo `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md` deve seguir esta estrutura:
```markdown
# [Nome do Módulo]
## [Nome da Sub-funcionalidade]
### Resumo
[Bloco A — 2 a 4 linhas: problema → solução → impacto]
### Detalhamento
[Bloco B — 5 a 15 linhas: cenário real + técnico acessível + legal]
---
## [Próxima Sub-funcionalidade]
...
```
---
## Referências
- Rule: `global/rules/escrita-natural` (padrão obrigatório de redação)
- Workflow: `agents/comercial/workflows/orcamento` (texto para documentos de orçamento e proposta — apresentação + lista de funcionalidades)
- Workflow: `agents/comercial/workflows/marketing` (peças de marketing digital — LinkedIn, Instagram, WhatsApp, E-mail)
- Workflow: `global/workflows/codigo-limpo` (ou `global/workflows/otimizar-codigos`) (para documentação técnica, não comercial)

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@ -0,0 +1,189 @@
---
type: workflow
name: criar-fluxograma
description: Criar ou atualizar uma página de fluxograma interativo em qualquer sistema
scope: local
updatedAt: "2026-06-01"
---
# Workflow: Criar Fluxograma de Decisões
Este workflow cria uma **página interativa de fluxograma** em qualquer aplicação web, usando Mermaid.js instalado como dependência do projeto.
## Princípio
O fluxograma é um artefato vivo. Ele documenta visualmente:
- Os **pontos de entrada** do processo
- As **decisões** tomadas em cada etapa
- Os **registros gerados** (banco, fila, log, e-mail, etc.)
- As **proteções e regras** que governam os estados
Deve ser mantido sempre sincronizado com o código real.
---
## Passos
### 1. Levantar o processo a ser documentado
Ler os arquivos de código relevantes para entender:
- Quais são os **pontos de entrada**? (funções de API, eventos, webhooks, ações do usuário)
- Quais são as **decisões**? (condições `if/else`, guards, validações)
- Quais são os **efeitos colaterais**? (gravações em banco, envios de e-mail, filas, logs)
- Quais são os **estados possíveis**? (status, notas, flags, etapas)
- Existe **hierarquia ou prioridade** entre estados?
### 2. Organizar os diagramas
Dividir o processo em **um diagrama por ponto de entrada**.
Cada diagrama deve mostrar:
- Todos os caminhos possíveis, inclusive early returns e casos de erro
- Registros gerados com ícone indicativo (ex: 🗄️ banco, 📧 e-mail, 🚫 bloqueio)
- Decisões claramente separadas por ramificações
Definir a orientação de cada diagrama:
- `flowchart TD` → vertical (melhor para fluxos sequenciais com poucas ramificações)
- `flowchart LR` → horizontal (melhor para pipelines e fluxos com muitas etapas em linha)
### 3. Instalar o Mermaid
Instalar como dependência do projeto antes de qualquer implementação:
```bash
# npm
npm install mermaid
# pnpm
pnpm add mermaid
```
### 4. Criar a página com Mermaid
Adaptar à plataforma do projeto (Vue, React, HTML puro, etc.), mas garantir:
#### Importação
```js
import mermaid from 'mermaid';
```
#### Inicialização com tema institucional
Adaptar as cores para a identidade visual do projeto:
```js
mermaid.initialize({
startOnLoad: false,
theme: 'base',
themeVariables: {
primaryColor: '#4F46E5', // cor primária do projeto
primaryTextColor: '#1F2933',
primaryBorderColor: '#3730A3', // variação mais escura da primária
lineColor: '#6B7280',
secondaryColor: '#E0E7FF', // variação clara da primária
tertiaryColor: '#F3F4F6',
fontFamily: "'Inter', 'Segoe UI', sans-serif",
fontSize: '13px',
},
});
```
#### Renderização de cada diagrama
```js
// Para cada diagrama:
const { svg } = await mermaid.render(`id-unico-${idx}`, codigoMermaid);
container.innerHTML = svg;
// Tornar o SVG responsivo:
const svgEl = container.querySelector('svg');
if (svgEl) {
svgEl.style.width = '100%';
svgEl.style.height = 'auto';
svgEl.removeAttribute('width');
}
```
### 5. Registrar a rota e adicionar acesso
- Registrar a rota `/fluxograma` (ou equivalente) no sistema de rotas do projeto
- Adicionar botão de navegação na tela de administração ou dashboard
---
## Padrão de sintaxe Mermaid
### Tipos de nó por semântica
| Situação | Sintaxe | Exemplo |
|---|---|---|
| Início / Fim | `A(["Texto"])` | `A(["Início"])` |
| Decisão | `B{"Condição?"}` | `B{"Nota é ativa?"}` |
| Ação / Processo | `C["Texto"]` | `C["Consulta banco"]` |
| Registro em banco | `D[("🗄️ Grava dado")]` | `D[("🗄️ Grava 203_neutro")]` |
| E-mail / notificação | `E["📧 Envia e-mail"]` | `E["📧 Agenda na fila"]` |
| Bloqueio / guard | `F["🚫 Retorna sem ação"]` | `F["🚫 Nota ativa, ignora"]` |
| Proteção / regra | `G["🛡️ Regra aplicada"]` | `G["🛡️ SQL CASE protege"]` |
### Regras para evitar erros de parsing
```
✅ Nós com parênteses → usar aspas:
A["Texto (com parênteses)"]
✅ Labels de arestas com texto especial → usar aspas:
A -- "Label aqui" --> B
✅ Emojis → sempre dentro de aspas:
A["🗄️ Grava registro"]
❌ Não usar < > dentro de labels sem aspas
❌ Não usar & diretamente — usar texto alternativo
```
### Cores de destaque para nós
```
style NomeNo fill:#22C55E,color:#fff → verde sucesso
style NomeNo fill:#DC2626,color:#fff → vermelho erro
style NomeNo fill:#F59E0B,color:#000 → amarelo alerta
style NomeNo fill:#4F46E5,color:#fff → cor institucional (adaptar ao projeto)
style NomeNo fill:#6B7280,color:#fff → cinza neutro
```
---
## Validação antes de finalizar
- [ ] Cada ponto de entrada tem seu próprio diagrama?
- [ ] Todos os registros gerados estão mapeados?
- [ ] Os caminhos de bloqueio e early return estão visíveis?
- [ ] A hierarquia de estados (se existir) está documentada?
- [ ] A data de atualização está registrada na página?
- [ ] A sintaxe Mermaid está correta (sem erros de parsing)?
- [ ] O SVG está responsivo (largura 100%, sem width fixo)?
---
## Manutenção
Sempre que o processo mudar:
1. Identificar qual diagrama é afetado
2. Atualizar o código Mermaid correspondente
3. Atualizar a data de atualização na página
4. Se houver novo estado ou proteção, documentar na legenda
---
## Referência de implementação
Se o projeto já possuir um fluxograma implementado, usar como referência.
Caso contrário, seguir os passos acima para criar a primeira implementação.
## Referências
- Workflow: `global/workflows/codigo-limpo` (ou `global/workflows/otimizar-codigos`)
- Skill: `global/skills/documentar-decisao-tecnica/SKILL` (para decisões que geram fluxogramas)

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@ -0,0 +1,36 @@
---
name: criar-landing-page
description: Workflow passo a passo para a criação e validação de Landing Pages de alta conversão
---
# Workflow: Criar Landing Page (@land)
## Wireframe & Ordem Obrigatória das Seções
1. **Header Mínimo (Sticky):** Logo + CTA primário (sem menu de navegação).
2. **Hero Section (40% do esforço):** Headline focada em benefício + Subheadline + CTA + Visual real.
3. **Barra de Logos:** 5–8 clientes reais/métricas de impacto posicionados logo abaixo do Hero.
4. **Seção de Problemas:** 3–4 dores específicas do público-alvo.
5. **Seção de Solução:** Transformação Antes vs Depois.
6. **Benefícios:** 3–4 blocos visuais (foco em valor de negócio, não em features).
7. **Como Funciona:** Exatamente 3 passos numerados (①②③) com tempo estimado.
8. **Prova Social:** Depoimentos com foto, cargo, empresa e resultado quantificado.
9. **FAQ:** 5–6 perguntas em acordeão quebrando objeções B2B principais.
10. **CTA Final:** Reversão de risco ("Sem compromisso") + incentivo de ação.
11. **Footer Mínimo:** Contatos e termos de privacidade.
---
## Checklist de Validação Antes da Entrega
### 1. Estrutura & Copy
- [ ] Hero responde às 3 perguntas nos primeiros 5 segundos.
- [ ] Sem menu de navegação no header.
- [ ] Formulações em "Você/Sua empresa" (foco no cliente).
- [ ] Formulário com no máximo 4 campos.
### 2. Design & Performance
- [ ] Screenshots reais do produto utilizados.
- [ ] Imagens otimizadas em WebP (< 200KB).
- [ ] Responsivo mobile-first validado.
- [ ] LCP < 2,5s e CLS < 0,1.

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@ -1,184 +0,0 @@
---
name: criar-schema-zod
scope: global
description: >
Guia operacional para criar, organizar e manter schemas de validação Zod em projetos TypeScript.
---
# Skill: Criar Schema Zod
Use esta skill ao adicionar validação de dados em qualquer ponto de entrada do sistema — API, formulário, webhook, importação, fila ou variáveis de ambiente.
---
## PASSO 1 — Identificar a Entrada Externa
Determinar qual dado externo precisa de validação:
| Tipo de entrada | Onde validar |
|---|---|
| Corpo de requisição (POST/PUT) | Handler da rota, antes de qualquer lógica |
| Query/path params | Handler da rota |
| Formulário frontend | Antes de chamar a API |
| Dados de fila (BullMQ) | No processador da fila |
| Arquivo importado (CSV/JSON) | No parser, linha a linha |
| Variáveis de ambiente | No boot da aplicação |
| Resposta de API externa | Após receber a resposta |
---
## PASSO 2 — Localizar ou Criar o Schema no Pacote Comuns
Schemas compartilhados vivem no pacote `*-comuns`:
```
projeto-comuns/src/tabelas/
├── usuarios/
│ ├── zUsuarioCriar.ts
│ ├── zUsuarioEditar.ts
│ └── index.ts
└── index.ts
```
### 2.1. Verificar se já existe
```bash
rg "z{NomeDaEntidade}" --include='*.ts' -l
```
Se já existir → reutilizar ou compor a partir dele (`.extend()`, `.pick()`, `.partial()`).
### 2.2. Criar o schema
```typescript
import { z } from "zod"
export const zUsuarioCriar = z.object({
nome: z.string().trim().min(1, "Nome é obrigatório"),
email: z.string().email("E-mail inválido"),
ativo: z.boolean().default(true),
})
```
### 2.3. Nomenclatura obrigatória
| Padrão | Uso |
|---|---|
| `z{Entidade}Criar` | Criação |
| `z{Entidade}Editar` | Edição (geralmente `.partial()`) |
| `z{Entidade}Filtro` | Filtros de listagem |
| `z{Entidade}Resposta` | Resposta de API |
| `z{Entidade}Params` | Parâmetros de rota |
| `z{Modulo}Config` | Configuração |
| `z{Modulo}Ambiente` | Variáveis de ambiente |
---
## PASSO 3 — Derivar o Tipo com `z.infer<>`
```typescript
export type tipoUsuarioCriar = z.infer<typeof zUsuarioCriar>
```
**Nunca** criar um `interface` ou `type` manual separado do schema. O tipo **sempre** deriva do schema.
---
## PASSO 4 — Implementar `safeParse` no Ponto de Entrada
### Backend (Express)
```typescript
import { zUsuarioCriar } from "projeto-comuns/tabelas/usuarios"
app.post("/usuarios", async (req, res) => {
const resultado = zUsuarioCriar.safeParse(req.body)
if (!resultado.success) {
return res.status(400).json({ erro: resultado.error.issues[0].message })
}
const usuario = await criarUsuario(resultado.data)
return res.json(usuario)
})
```
### Frontend (Vue)
```typescript
import { zUsuarioCriar } from "projeto-comuns/tabelas/usuarios"
const salvar = async () => {
const resultado = zUsuarioCriar.safeParse(formulario.value)
if (!resultado.success) {
erros.value = resultado.error.flatten().fieldErrors
return
}
await api.post("/usuarios", resultado.data)
}
```
### Variáveis de ambiente
```typescript
const zAmbiente = z.object({
DATAbase_url: z.string().url(),
REDIS_HOST: z.string().default("localhost"),
NODE_ENV: z.enum(["development", "production", "test"]).default("development"),
})
// Aqui o throw é desejável — a app não deve subir com env inválido
export const ambiente = () => zAmbiente.parse(process.env)
```
---
## PASSO 5 — Compor Schemas Derivados
Quando precisar de variações do mesmo schema, **compor** em vez de duplicar:
```typescript
// Schema base
const zProduto = z.object({
nome: z.string().trim().min(1),
preco: z.coerce.number().positive(),
categoria: z.string(),
})
// Edição: todos os campos opcionais
const zProdutoEditar = zProduto.partial()
// Resposta: base + campos gerados
const zProdutoResposta = zProduto.extend({
codigo: z.string().uuid(),
criadoEm: z.string().datetime(),
})
// Filtro: subset de campos opcionais
const zProdutoFiltro = zProduto.pick({ categoria: true }).partial()
```
---
## PASSO 6 — Validar Tipagem
```bash
npx tsc --noEmit
```
Zero erros = concluído.
---
## Checklist Final
- [ ] O schema está no pacote `*-comuns` (quando compartilhado entre front/back)?
- [ ] O tipo é derivado do schema com `z.infer<>`?
- [ ] A validação usa `safeParse` (exceto em boot/middleware)?
- [ ] A nomenclatura segue o padrão `z{Entidade}{Acao}`?
- [ ] Transformações (trim, coerce, default) estão no schema, não no handler?
- [ ] Schemas derivados usam composição (.partial, .extend, .pick), não duplicação?
- [ ] `tsc --noEmit` passa sem erros?
## Referências
- Rule: `global/rules/zod-validacao-padrao`
- Rule: `global/rules/typescript-sem-any`

View file

@ -1,188 +0,0 @@
---
name: diagnosticar-antes-corrigir
scope: global
updatedAt: "2026-07-09"
description: >
Protocolo universal de diagnóstico que todo agente deve seguir antes de implementar
correções, mudanças ou refatorações. Define etapas, ferramentas e formato de saída.
---
# Skill: Diagnosticar Antes de Corrigir
Use esta skill **sempre** que receber uma solicitação de correção, ajuste ou mudança. Ela é a implementação operacional da rule `diagnostico-antes-correcao`.
---
## PASSO 1 — Compreender a Solicitação
Antes de qualquer ação, responder internamente:
| Pergunta | Resposta esperada |
|----------|-------------------|
| O que o operador reportou? | Descrição objetiva do problema |
| É um erro de build, runtime, lógica ou visual? | Classificação |
| Qual módulo/pacote é afetado? | `*-back`, `*-front`, `*-comuns`, `*-migracao` |
| O operador já forneceu diagnóstico? | Se sim, validar antes de aceitar |
---
## PASSO 2 — Coletar Evidências
### 2.1. Ler o código afetado (completo)
```sh
# Não ler apenas a linha do erro — ler o arquivo inteiro para contexto
view_file <arquivo_afetado>
# Verificar imports e dependências
rg "import.*from" <arquivo_afetado>
# Verificar quem usa este arquivo
rg "<nome_do_export>" --include='*.ts' --include='*.vue' -l
```
### 2.2. Verificar erros de build (se aplicável)
```sh
# Verificar se o build passa
pnpm --filter <pacote> build 2>&1 | head -50
# Ou checagem de tipos isolada
npx tsc --noEmit -p <caminho>/tsconfig.json 2>&1 | head -30
```
### 2.3. Consultar memória (obrigatório)
```sh
grep -rn "PALAVRAS_CHAVE_DO_PROBLEMA" .
```
### 2.4. Verificar regras de negócio documentadas
```sh
# Buscar .regras-negocio.md no diretório afetado
fd ".regras-negocio.md" <diretorio_do_modulo>
# Buscar comentários explicativos no código
rg "HACK|FIXME|TODO|NOTA|IMPORTANTE|REGRA" <arquivo_afetado>
```
---
## PASSO 3 — Análise de Causa Raiz
### 3.1. Técnica dos 5 Porquês
Aplicar progressivamente até chegar à causa raiz:
```
Por que o campo não salva?
→ Porque a API retorna 400.
Por que a API retorna 400?
→ Porque a validação Zod rejeita o campo.
Por que o Zod rejeita?
→ Porque o schema não inclui esse campo.
Por que o schema não inclui?
→ Porque a migração adicionou a coluna mas o schema não foi atualizado.
CAUSA RAIZ: Schema Zod desatualizado após migração.
```
### 3.2. Classificar a causa
| Categoria | Exemplos |
|-----------|----------|
| **Schema/Tipo** | Zod schema desatualizado, tipo TypeScript incorreto |
| **Banco de dados** | Coluna ausente, migração não executada |
| **Lógica de negócio** | Condição errada, regra não implementada |
| **Integração** | API fora do contrato, fila não processando |
| **Interface** | Componente não reativo, estado inconsistente |
| **Configuração** | Variável de ambiente, tsconfig, dependência |
| **Infraestrutura** | Container, deploy, proxy, certificado |
---
## PASSO 4 — Avaliar Impacto
```sh
# Quais arquivos usam o código afetado?
rg "<simbolo_afetado>" --include='*.ts' --include='*.vue' --include='*.tsx' -l
# Quantos módulos são impactados?
rg "<simbolo_afetado>" --include='*.ts' -l | xargs -I{} dirname {} | sort -u
```
Classificar o impacto:
| Severidade | Critério |
|------------|----------|
| 🔴 Alto | Afeta 3+ módulos, pode causar regressão |
| 🟡 Médio | Afeta 1-2 arquivos, impacto limitado |
| 🟢 Baixo | Isolado, sem dependentes |
---
## PASSO 5 — Declarar Diagnóstico
**OBRIGATÓRIO:** Antes de editar qualquer arquivo, apresentar ao operador:
```markdown
## 🔍 Diagnóstico
**Problema:** [descrição objetiva do problema observado]
**Causa raiz:** [identificação precisa da causa]
**Categoria:** [Schema/Tipo | Banco | Lógica | Integração | Interface | Config | Infra]
**Severidade:** [🔴 Alto | 🟡 Médio | 🟢 Baixo]
### Arquivos afetados
- `caminho/arquivo1.ts` — [o que precisa mudar]
- `caminho/arquivo2.vue` — [o que precisa mudar]
### Plano de correção
1. [Primeiro passo]
2. [Segundo passo]
3. [Verificação]
### Riscos
- [Efeito colateral possível, se houver]
```
---
## PASSO 6 — Executar Correção
Somente após o diagnóstico declarado:
1. Aplicar as mudanças conforme o plano
2. Verificar build após cada mudança significativa
3. Confirmar que o problema original foi resolvido
4. Verificar se não houve regressão nos arquivos afetados
---
## Atalho para Problemas Triviais
Quando o problema é **evidentemente trivial** (typo, import faltando, formatação), o diagnóstico pode ser condensado em uma linha:
```
DIAGNÓSTICO: Import ausente de `zContato` em `_contatos.ts` (linha 5). Adicionando.
```
A etapa de diagnóstico **nunca é eliminada** — apenas simplificada proporcionalmente à complexidade.
---
## Checklist
- [ ] O código afetado foi lido integralmente (não apenas a linha do erro)?
- [ ] A Memória Azteca foi consultada para soluções anteriores?
- [ ] A causa raiz foi identificada (não apenas o sintoma)?
- [ ] O impacto foi avaliado (arquivos e módulos afetados)?
- [ ] O diagnóstico foi declarado ao operador antes da correção?
- [ ] A correção resolve a causa raiz, não apenas o sintoma?
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Skill: `global/skills/diagnosticar-erros-build/SKILL`
- Skill: `agents/refatorar/skills/diagnosticar-code-smells/SKILL`
- Rule: `global/rules/autonomia-agente`

View file

@ -0,0 +1,97 @@
---
name: diagnosticar-cobertura-testes
description: >
Diagnóstico de cobertura de testes: identificar áreas sem cobertura,
priorizar criação de testes e mapear cenários ausentes.
scope: local
---
# Skill: Diagnosticar Cobertura de Testes
## Objetivo
Mapear a cobertura de testes de um módulo para identificar gaps críticos antes de criar novos testes ou validar correções.
## Etapas
### 1. Inventariar Testes Existentes
```sh
# Listar arquivos de teste
fd "*.spec.ts" <modulo>/ -l
fd "*.test.ts" <modulo>/ -l
# Contar testes por pacote
echo "=== Back ===" && fd "*.spec.ts" <modulo>-back/ | wc -l
echo "=== Front ===" && fd "*.spec.ts" <modulo>-front/ | wc -l
echo "=== Comuns ===" && fd "*.spec.ts" <modulo>-comuns/ | wc -l
```
### 2. Mapear Código Sem Testes
```sh
# Listar arquivos de código sem arquivo de teste correspondente
for f in $(fd "*.ts" <modulo>-back/src/ --exclude "*.spec.ts" --exclude "*.test.ts" --exclude "*.d.ts"); do
base=$(basename "$f" .ts)
if ! fd "${base}.spec.ts" <modulo>/ -q && ! fd "${base}.test.ts" <modulo>/ -q; then
echo "SEM TESTE: $f"
fi
done
```
### 3. Classificar por Criticidade
| Criticidade | O que testar primeiro |
|-------------|----------------------|
| 🔴 Crítico | Lógica de negócio em `servicos/`, schemas Zod, máquinas de estado |
| 🟡 Importante | Rotas de API, processadores de fila, composables complexos |
| 🟢 Desejável | Utils, helpers, componentes de UI puros |
### 4. Verificar Qualidade dos Testes Existentes
```sh
# Detectar testes sem assertions
rg "expect\(|assert\(|toBe\(|toEqual\(" --include='*.spec.ts' <modulo>/ -c | awk -F: '$2==0'
# Detectar testes com descrições vagas
rg "it\('" --include='*.spec.ts' <modulo>/ -n | grep -i "should work\|test\|funciona"
# Verificar mocks sem documentação
rg "mock\(|jest\.fn\(|vi\.fn\(" --include='*.spec.ts' <modulo>/ -n
```
### 5. Gerar Relatório
```markdown
# Diagnóstico de Cobertura — [nome do módulo]
## Resumo
- **Arquivos de código:** N
- **Arquivos de teste:** N
- **Cobertura estimada:** N%
- **Gaps críticos:** N
## Gaps de Cobertura
### 🔴 Sem teste — Lógica Crítica
| Arquivo | Responsabilidade | Risco |
|---------|-----------------|-------|
### 🟡 Sem teste — Funcionalidade Importante
| Arquivo | Responsabilidade | Risco |
|---------|-----------------|-------|
## Testes Existentes com Problemas
| Arquivo de Teste | Problema | Ação |
|-----------------|----------|------|
## Plano de Priorização
1. [Crítico] Criar testes para ...
2. [Crítico] Criar testes para ...
3. [Importante] Criar testes para ...
```
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Skill: `global/skills/diagnosticar-antes-corrigir/SKILL`

View file

@ -0,0 +1,145 @@
---
name: diagnosticar-code-smells
description: >
Análise sistemática de código para identificar code smells, violações SOLID
e oportunidades de aplicação de Design Patterns GoF.
scope: local
---
# Skill: Diagnosticar Code Smells
## Objetivo
Analisar um arquivo, módulo ou pacote para produzir um relatório de saúde estrutural com:
- Code smells identificados
- Violações SOLID detectadas
- Design Patterns recomendados
- Prioridade de cada refatoração
## Pré-condições
- Código existente para analisar (arquivo, pasta ou pacote)
- Acesso de leitura ao código e seus testes
## Etapas
### 1. Coletar Contexto
```sh
# Identificar tamanho e estrutura
wc -l <arquivo_ou_pasta>/**/*.ts
wc -l <arquivo_ou_pasta>/**/*.vue
# Verificar cobertura de testes
find <pasta_testes> -name "*.spec.ts" -o -name "*.test.ts"
```
### 2. Verificar Smells de Volume
Para cada arquivo, verificar:
| Verificação | Comando/Ação |
|-------------|-------------|
| Linhas > 250 | `wc -l <arquivo>` |
| Funções > 30 linhas | Ler e contar manualmente |
| Parâmetros > 3 por função | `grep_search` por assinaturas |
| Imports excessivos (> 10) | Contar linhas de import |
### 3. Verificar Smells de Acoplamento
| Verificação | Indicador |
|-------------|-----------|
| Feature Envy | Função usa `outro.` mais que `this.` ou dados locais |
| Intimidade Inapropriada | Acesso a internos de outro módulo (não-exportados) |
| Cadeia de Mensagens | `a.b.c.d` com 3+ níveis |
| Import circular | Módulo A importa B que importa A |
### 4. Verificar Conformidade SOLID
Para cada princípio, aplicar o checklist:
```
□ S — Este arquivo tem apenas 1 razão para mudar?
□ O — Posso adicionar nova variação sem editar este arquivo?
□ L — Subtipos são substituíveis pelo tipo base?
□ I — Interfaces são específicas para cada consumidor?
□ D — Lógica de negócio depende de abstrações, não de implementações?
```
### 5. Mapear Oportunidades de Padrão
Cruzar smells detectados com o guia de decisão:
```
switch crescente → Strategy
criação condicional → Factory Method
construção complexa → Builder
comportamento por estado → State
pipeline de validações → Chain of Responsibility
comportamento adicional → Decorator
interface incompatível → Adapter
subsistema complexo → Facade
notificação de mudanças → Observer
```
### 6. Gerar Relatório
Produzir relatório no formato:
```markdown
# Diagnóstico de Code Smells — [nome do módulo]
## Resumo
- **Arquivos analisados:** N
- **Smells encontrados:** N
- **Violações SOLID:** N
- **Padrões recomendados:** N
## Smells Detectados
### 🔴 Crítico
| Arquivo | Smell | Linha(s) | Ação Recomendada |
|---------|-------|----------|-----------------|
### 🟡 Moderado
| Arquivo | Smell | Linha(s) | Ação Recomendada |
|---------|-------|----------|-----------------|
### 🟢 Baixo
| Arquivo | Smell | Linha(s) | Ação Recomendada |
|---------|-------|----------|-----------------|
## Violações SOLID
| Princípio | Arquivo | Descrição | Severidade |
|-----------|---------|-----------|------------|
## Design Patterns Recomendados
| Problema | Padrão | Justificativa | Esforço |
|----------|--------|---------------|---------|
## Plano de Ação (priorizado)
1. [Crítico] ...
2. [Crítico] ...
3. [Moderado] ...
```
## Critérios de Severidade
| Severidade | Critério |
|------------|----------|
| 🔴 Crítico | Violação SOLID + acoplamento alto + afeta 3+ arquivos |
| 🟡 Moderado | Code smell isolado + afeta 1-2 arquivos |
| 🟢 Baixo | Melhoria estética + sem impacto funcional |
## Pós-condições
- Relatório registrado na Memória Azteca (`./memory/`) ou entregue diretamente
- Plano de ação priorizado gerado
- `@testes` notificado sobre trechos sem cobertura
## Referências
- Persona: `agents/refatorar/persona`
- Rule: `agents/refatorar/rules/solid-compliance`
- Rule: `agents/refatorar/rules/design-patterns-pragmatico`
- Refactoring.Guru — https://refactoring.guru/pt-br/refactoring/smells

View file

@ -1,186 +0,0 @@
---
name: diagnosticar-erros-build
scope: global
updatedAt: "2026-06-01"
description: >
Guia operacional para diagnosticar e resolver erros de build em cascata em monorepos TypeScript.
---
# Skill: Diagnosticar Erros de Build em Monorepo TypeScript
Use esta skill quando o build de um monorepo TypeScript falha — especialmente quando erros aparecem em pacotes que não foram diretamente modificados (erros em cascata).
---
## PASSO 1 — Capturar o Erro Completo
Executar o build com output completo e sem truncamento:
```bash
# pnpm (monorepo completo)
pnpm build 2>&1 | head -200
# Pacote específico
pnpm --filter <pacote> build 2>&1
# tsc direto (se disponível)
npx tsc --noEmit --pretty 2>&1 | head -100
```
Identificar:
- **Qual pacote falhou primeiro** (nem sempre é o que aparece no topo)
- **Código do erro** (`TS2304`, `TS2345`, `TS7006`, etc.)
- **Arquivo e linha** do erro original
---
## PASSO 2 — Classificar o Tipo de Erro
### Erros de dependência entre pacotes (cascata)
| Sintoma | Causa provável | Solução |
|---------|---------------|---------|
| `Cannot find module '@org/xxx'` | Pacote não foi buildado antes | Buildar na ordem correta ou usar `references` |
| `Module has no exported member 'X'` | Tipo renomeado/removido no pacote origem | Atualizar import no consumidor |
| Tipos `any` infiltrados | Pacote exporta sem `.d.ts` | Verificar `declaration: true` no tsconfig |
| `The inferred type cannot be named` | Dependência circular de tipos | Extrair tipo para pacote compartilhado |
### Erros de configuração
| Sintoma | Causa provável | Solução |
|---------|---------------|---------|
| `Cannot use import statement` | `module` errado no tsconfig | Alinhar `module`/`moduleResolution` |
| `Relative import paths need extensions` | Node16/NodeNext resolution | Adicionar `.js` nos imports ou mudar para `bundler` |
| `rootDir is expected to contain all source files` | Arquivo fora do `rootDir` | Ajustar `rootDir` ou mover arquivo |
| `Referenced project must have setting composite` | Project references sem `composite` | Adicionar `composite: true` no tsconfig referenciado |
### Erros de tipagem
| Sintoma | Causa provável | Solução |
|---------|---------------|---------|
| `TS2304: Cannot find name` | Tipo global não declarado | Criar `d.ts` ou importar explicitamente |
| `TS2345: Argument not assignable` | Tipos incompatíveis entre versões | Alinhar versão da dependência |
| `TS7006: Parameter implicitly has 'any'` | `noImplicitAny` ativado | Tipar o parâmetro explicitamente |
| `TS18046: is of type 'unknown'` | Narrowing ausente | Fazer type guard antes de usar |
---
## PASSO 3 — Identificar a Raiz do Problema
O erro que aparece **primeiro** nem sempre é a raiz. Seguir esta estratégia:
### 3.1. Verificar ordem de build
```bash
# Listar dependências internas para entender ordem correta
rg '"workspace:' --include='package.json' -l | sort
# Se usar turbo, verificar o pipeline
cat turbo.json | jq '.pipeline.build'
```
### 3.2. Rebuild isolado do pacote raiz
```bash
# Buildar APENAS o pacote mais baixo na hierarquia que apresenta erro
pnpm --filter <pacote-raiz> build
# Se esse buildar com sucesso, subir na hierarquia
pnpm --filter <pacote-consumidor> build
```
### 3.3. Verificar checagem de tipos isolada
```bash
# Verificar se a tipagem está correta sem produzir output
npx tsc --noEmit -p <caminho>/tsconfig.json
```
---
## PASSO 4 — Resolver Erros em Cascata
### Estratégia: de baixo para cima
1. Identificar o pacote **mais fundamental** (aquele que não depende de outros internos)
2. Resolver TODOS os erros nesse pacote
3. Rebuildar
4. Subir para o próximo pacote na cadeia de dependência
5. Repetir até o topo
### Armadilhas comuns
```typescript
// ❌ ERRADO: "resolver" com any (viola typescript-sem-any)
const dados = resultado as any
// ✅ CORRETO: tipar adequadamente
const dados: ResultadoEsperado = resultado
// ❌ ERRADO: ignorar erro com @ts-ignore
// @ts-ignore
import { funcao } from '@org/pacote'
// ✅ CORRETO: investigar por que o import falha
// O pacote '@org/pacote' foi buildado? O export existe?
```
---
## PASSO 5 — Verificar Alinhamento de Configuração
Quando erros persistem entre pacotes, verificar alinhamento de tsconfig:
```bash
# Comparar configurações críticas entre pacotes
for f in $(fd tsconfig.json --max-depth 2 --type f); do
echo "=== $f ==="
jq '{target, module, moduleResolution, strict, composite, declaration}' "$f" 2>/dev/null
done
```
Campos que **devem** ser consistentes entre pacotes do mesmo monorepo:
| Campo | Recomendação |
|-------|-------------|
| `target` | Mesmo alvo para todos (ex: `ES2022`) |
| `module` | Consistente (ex: `ESNext` ou `Node16`) |
| `moduleResolution` | Consistente (ex: `bundler` ou `node16`) |
| `strict` | `true` em todos |
| `declaration` | `true` em libs, opcional em apps |
| `composite` | `true` em libs referenciadas |
---
## PASSO 6 — Limpar e Rebuildar
Quando a investigação não revela causa óbvia:
```bash
# Limpar artefatos de build de todos os pacotes
fd -t d 'dist|build|.tsbuildinfo' --exclude node_modules | xargs rm -rf
# Limpar node_modules (último recurso)
fd -t d node_modules --max-depth 2 | xargs rm -rf
# Reinstalar e rebuildar do zero
pnpm install && pnpm build
```
---
## Checklist Final
- [ ] O pacote raiz do erro em cascata foi identificado?
- [ ] O erro original (não o efeito cascata) foi localizado?
- [ ] A solução não usa `any`, `as any` ou `@ts-ignore`?
- [ ] Todos os pacotes na cadeia foram rebuildados após a correção?
- [ ] As configurações de tsconfig estão alinhadas entre pacotes?
- [ ] O build completo passa sem erros?
## Referências
- Rules: `global/rules/typescript-sem-any`
- Workflow: `global/workflows/codigo-limpo` (ou `global/workflows/otimizar-codigos`)
- Skill: `global/skills/mapear-codigo-fonte/SKILL`

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@ -0,0 +1,114 @@
---
name: diagnosticar-lacunas-documentacao
description: >
Diagnóstico de lacunas de documentação cobrindo os 6 pilares: comentários de aplicação no código,
ajuda na tela (.ajuda.md), wiki de usuário, wiki dev, rota /llm.md e memórias da IA.
scope: global
updatedAt: "2026-09-01"
---
# Skill: Diagnosticar Lacunas de Documentação e Memória
## Objetivo
Identificar proativamente onde a documentação e memórias estão ausentes, incompletas ou desatualizadas antes de criar ou corrigir código.
---
## Etapas de Diagnóstico nos 6 Pilares
### 1. Pilar 1 — Comentários e JSDoc no Código-Fonte
```sh
# Listar funções exportadas sem JSDoc
rg "^export (const|function|async function)" --include='*.ts' <modulo>-comuns/src/ <modulo>-back/src/ -n | while read line; do
file=$(echo "$line" | cut -d: -f1)
lineno=$(echo "$line" | cut -d: -f2)
prev=$((lineno - 1))
if ! sed -n "${prev}p" "$file" | grep -q "*/"; then
echo "SEM JSDOC DE APLICAÇÃO: $line"
fi
done
```
### 2. Pilar 2 — Ajuda na Tela (UI) em `.ajuda.md`
```sh
# Listar modais/telas Vue que não possuem arquivo .ajuda.md correspondente
find <modulo>-front/src -name "modal*.vue" -o -name "Modal*.vue" | while read vueFile; do
dir=$(dirname "$vueFile")
base=$(basename "$vueFile" .vue)
ajudaFile="$dir/$base.ajuda.md"
if [ ! -f "$ajudaFile" ]; then
echo "MODAL SEM AJUDA: $vueFile → falta $base.ajuda.md"
fi
done
```
### 3. Pilar 3 — Wiki do Usuário (`<base_projeto>/../wiki/<modulo-id>/`)
```sh
# Verificar se existe documentação de usuário do módulo
ls -la <base_projeto>/../wiki/<modulo-id>/*.md 2>/dev/null || echo "WIKI DE USUÁRIO AUSENTE EM <base_projeto>/../wiki/<modulo-id>/"
```
### 4. Pilar 4 — Wiki de Desenvolvimento (`<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo-id>/`)
```sh
# Verificar se existe documentação de desenvolvimento, regras de negócio ({modulo}.regras-negocio.md) e ADRs
ls -la <base_projeto>/../wiki/dev/<modulo-id>/*.md 2>/dev/null || echo "WIKI DEV AUSENTE EM <base_projeto>/../wiki/dev/<modulo-id>/"
```
### 5. Pilar 5 — Rota de Integração de IA (`/llm.md`)
```sh
# Verificar se o backend possui a rota /llm.md registrada
rg "llm\.md" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n || echo "ROTA /llm.md NÃO ENCONTRADA NO BACKEND"
```
### 6. Pilar 6 — Memória das Ações da IA e Identidade (`<base_projeto>/memorias-ia/`)
```sh
# 1. Verificar arquivo obrigatório modulo.yml e chaves
if [ -f "memorias-ia/modulo.yml" ]; then
for chave in modulo-id modulo-caminho modulo-descricao modulo-tipo; do
grep -q "^$chave:" memorias-ia/modulo.yml || echo "CHAVE AUSENTE EM modulo.yml: $chave"
done
else
echo "CRÍTICO: memorias-ia/modulo.yml AUSENTE"
fi
# 2. Verificar memórias registradas para o projeto
ls -la memorias-ia/ 2>/dev/null || echo "DIRETÓRIO memorias-ia/ NÃO ENCONTRADO NA RAIZ DO PROJETO"
```
---
## Relatório Consolidado de Diagnóstico
```markdown
# Diagnóstico de Documentação e Memória — [Módulo]
## Resumo dos 6 Pilares
- **Código-fonte sem JSDoc de aplicação:** N
- **Modais/Telas sem .ajuda.md co-localizado:** N
- **Wiki de Usuário (<base_projeto>/../wiki/<modulo-id>/):** Presente / Ausente
- **Wiki de Desenvolvimento (<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo-id>/):** Presente / Ausente
- **Rota /llm.md no backend:** Configurada / Ausente
- **Identidade em memorias-ia/modulo.yml:** Conforme / Ausente
- **Registros em memorias-ia/:** N registros
## Ações Recomendadas
1. ...
```
---
## Referências
- Rule: `rules/ddd-documentacao-primeiro.md`
- Rule: `rules/jsdoc-padrao.md`
- Rule: `rules/regras-negocio-md.md`
- Skill: `skills/adicionar-ajuda/SKILL.md`
- Skill: `skills/documentar-dominio-modulo/SKILL.md`
- Skill: `skills/documentar-decisao-tecnica/SKILL.md`

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@ -0,0 +1,117 @@
---
name: diagnosticar-saude-backend
description: >
Diagnóstico sistemático de saúde do backend: rotas, queries, schemas, filas,
CRONs e integrações antes de qualquer correção.
scope: local
---
# Skill: Diagnosticar Saúde do Backend
## Objetivo
Analisar a saúde de um módulo backend para identificar problemas antes de corrigi-los. Produz relatório com causa raiz, severidade e plano de ação.
## Pré-condições
- Acesso ao pacote `*-back` do módulo
- Acesso ao pacote `*-comuns` (schemas de contrato)
## Etapas
### 1. Verificar Integridade de Schemas
```sh
# Listar todos os schemas Zod do módulo
rg "export const z" --include='*.ts' <modulo>-comuns/src/tabelas/ -l
# Verificar se schemas do comuns são usados no back
rg "from.*comuns" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ | head -20
# Detectar schemas redefinidos no back (violação de fronteiras)
rg "z\.object\(\{" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -l
```
### 2. Verificar Consistência de Rotas
```sh
# Listar todas as rotas definidas
rg "router\.(get|post|put|patch|delete)" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
# Verificar validação de entrada em cada rota
rg "zod|parse|safeParse" --include='*.ts' <modulo>-back/src/rotas/ -l
# Detectar rotas sem validação Zod
# (comparar lista de rotas vs lista de validações)
```
### 3. Verificar Saúde de Queries
```sh
# Detectar queries sem tratamento de erro
rg "\.select\(|\.insert\(|\.update\(|\.delete\(" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
# Detectar possíveis N+1 (query dentro de loop)
rg "for.*await|forEach.*await|map.*await" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
# Verificar transações (queries que deveriam ser atômicas)
rg "\.transaction\(" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -l
```
### 4. Verificar Filas e CRONs
```sh
# Listar processadores de fila
rg "process|worker|queue" --include='*.ts' <modulo>-back/src/filas/ -l
# Verificar tratamento de falha em filas
rg "catch|onFailed|failedReason" --include='*.ts' <modulo>-back/src/filas/ -n
# Listar CRONs agendados
rg "cron|schedule|repeat" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
```
### 5. Verificar Tipagem e Build
```sh
# Checar tipos sem gerar saída
npx tsc --noEmit -p <modulo>-back/tsconfig.json 2>&1 | head -30
# Detectar uso de any
rg "as any|: any" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
```
### 6. Gerar Relatório
```markdown
# Diagnóstico Backend — [nome do módulo]
## Resumo
- **Rotas analisadas:** N
- **Schemas verificados:** N
- **Problemas encontrados:** N
## Problemas Detectados
### 🔴 Crítico
| Arquivo | Problema | Causa | Ação |
|---------|----------|-------|------|
### 🟡 Moderado
| Arquivo | Problema | Causa | Ação |
|---------|----------|-------|------|
### 🟢 Baixo
| Arquivo | Problema | Causa | Ação |
|---------|----------|-------|------|
## Plano de Correção (priorizado)
1. ...
2. ...
```
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Skill: `global/skills/diagnosticar-antes-corrigir/SKILL`
- Rule: `global/rules/zod-validacao-padrao`

View file

@ -0,0 +1,88 @@
---
name: diagnosticar-saude-deploy
description: >
Diagnóstico de saúde de deploy e infraestrutura: containers, variáveis
de ambiente, healthchecks, logs e estado dos serviços.
scope: local
---
# Skill: Diagnosticar Saúde de Deploy
## Objetivo
Avaliar o estado de saúde da infraestrutura e pipelines de deploy antes de aplicar mudanças.
## Etapas
### 1. Verificar Estado dos Containers
```sh
# Listar containers ativos
docker ps --format "table {{.Names}}\t{{.Status}}\t{{.Ports}}"
# Verificar logs recentes de erro
docker logs --tail 50 <container> 2>&1 | grep -i "error\|fatal\|exception\|fail"
# Verificar uso de recursos
docker stats --no-stream
```
### 2. Verificar Variáveis de Ambiente
```sh
# Listar variáveis esperadas (schemas Zod de ambiente)
rg "z\.Ambiente\|process\.env\." --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
# Verificar se há variáveis sem default ou validação
rg "process\.env\." --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n | grep -v "z\.\|zod\|Ambiente"
```
### 3. Verificar Healthchecks
```sh
# Verificar endpoints de health
rg "health\|alive\|ready" --include='*.ts' <modulo>-back/src/ -n
# Verificar healthcheck no Docker
rg "HEALTHCHECK" Dockerfile* docker-compose* -n
```
### 4. Verificar Build
```sh
# Testar build completo
pnpm build 2>&1 | tail -20
# Verificar migrations pendentes
rg "migration\|migrate" --include='*.ts' <modulo>-migracao/src/ -l
```
### 5. Gerar Relatório
```markdown
# Diagnóstico de Deploy — [nome do módulo]
## Resumo
- **Containers:** N ativos / N esperados
- **Healthchecks:** N configurados
- **Variáveis de ambiente:** N validadas / N sem validação
- **Build:** ✅ OK | ❌ Falha
## Problemas Detectados
### 🔴 Crítico
| Área | Problema | Impacto | Ação |
|------|----------|---------|------|
### 🟡 Moderado
| Área | Problema | Impacto | Ação |
|------|----------|---------|------|
## Plano de Ação
1. ...
```
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Skill: `global/skills/diagnosticar-antes-corrigir/SKILL`

View file

@ -0,0 +1,108 @@
---
name: diagnosticar-saude-frontend
description: >
Diagnóstico sistemático de saúde do frontend: componentes, composables,
estados de UI, acessibilidade e integração com API.
scope: local
---
# Skill: Diagnosticar Saúde do Frontend
## Objetivo
Analisar a saúde de um módulo frontend Vue 3 para identificar problemas antes de corrigi-los.
## Etapas
### 1. Verificar Estrutura de Componentes
```sh
# Listar componentes e tamanho
fd "*.vue" <modulo>-front/src/ --exec wc -l {} | sort -rn | head -20
# Detectar componentes acima do limite (250 linhas)
fd "*.vue" <modulo>-front/src/ --exec sh -c 'lines=$(wc -l < "$1"); [ "$lines" -gt 250 ] && echo "$lines $1"' _ {}
# Verificar se usam defineComponent com setup()
rg "defineComponent" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -l
```
### 2. Verificar Estados de Interface
```sh
# Detectar componentes sem estado de loading
rg "loading|carregando|isLoading" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -l
# Detectar componentes sem tratamento de erro
rg "erro|error|catch" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -l
# Detectar componentes sem estado vazio
rg "vazio|empty|sem.*dados|nenhum" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -l
```
### 3. Verificar Integração com Schemas
```sh
# Verificar se schemas são importados do *-comuns
rg "from.*comuns" --include='*.ts' --include='*.vue' <modulo>-front/src/ | head -20
# Detectar schemas redefinidos no front (violação)
rg "z\.object\(\{" --include='*.ts' --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -l
# Detectar uso de any
rg "as any|: any" --include='*.ts' --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -n
```
### 4. Verificar Composables
```sh
# Listar composables existentes
fd "use*.ts" <modulo>-front/src/composables/ -l
# Verificar composables duplicando lógica
rg "ref\(|reactive\(|computed\(" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -c | sort -t: -k2 -rn | head -10
```
### 5. Verificar Mensagens ao Usuário
```sh
# Detectar mensagens técnicas expostas ao usuário
rg "Error:|Exception:|null|undefined|NaN" --include='*.vue' <modulo>-front/src/ -n
# Verificar se mensagens usam linguagem do domínio
rg "snackbar\|toast\|notify\|mensagem\|alerta" --include='*.vue' --include='*.ts' <modulo>-front/src/ -n
```
### 6. Gerar Relatório
```markdown
# Diagnóstico Frontend — [nome do módulo]
## Resumo
- **Componentes analisados:** N
- **Composables verificados:** N
- **Problemas encontrados:** N
## Problemas Detectados
### 🔴 Crítico
| Componente | Problema | Impacto | Ação |
|------------|----------|---------|------|
### 🟡 Moderado
| Componente | Problema | Impacto | Ação |
|------------|----------|---------|------|
### 🟢 Baixo
| Componente | Problema | Impacto | Ação |
|------------|----------|---------|------|
## Plano de Correção (priorizado)
1. ...
```
## Referências
- Rule: `global/rules/diagnostico-antes-correcao`
- Skill: `global/skills/diagnosticar-antes-corrigir/SKILL`
- Rule: `global/rules/estrutura-vue` (via front)

View file

@ -1,165 +0,0 @@
---
name: documentar-decisao-tecnica
scope: global
updatedAt: "2026-09-01"
description: >
Guia operacional para registrar decisões técnicas e arquiteturais como ADRs (Architecture Decision Records) na Wiki de Desenvolvimento (<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/adrs/).
---
# Skill: Documentar Decisão Técnica (ADR)
Use esta skill sempre que uma decisão técnica significativa for tomada — escolha de biblioteca, mudança de arquitetura, padrão de código, migração, ou qualquer decisão que afete múltiplos pacotes ou desenvolvedores.
O objetivo é garantir que **nenhuma decisão fique apenas na cabeça** ou perdida em conversas.
---
## Quando usar
- Nova dependência adicionada ao monorepo
- Mudança de padrão arquitetural (ex: de REST para GraphQL, uso de BullMQ, schemas Zod)
- Escolha de ferramenta ou biblioteca entre alternativas
- Decisão de breaking change de contrato
- Migração de tecnologia ou banco de dados
- Mudança de estratégia de deploy ou CI/CD
- Qualquer decisão técnica relevante para o time ou para a IA
---
## PASSO 1 — Localizar o Diretório de ADRs
Convenção de diretório: `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/adrs/` (na Wiki de Desenvolvimento) ou `.agent/DOCUMENTACAO/arquitetura/`.
```bash
mkdir -p <base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/adrs
```
---
## PASSO 2 — Criar o Arquivo ADR
Nomenclatura: `NNN-titulo-em-kebab-case.md`
```bash
# Encontrar o próximo número
NEXT=$(ls .docs/adrs/*.md 2>/dev/null | wc -l | xargs -I{} expr {} + 1)
NEXT=$(printf "%03d" $NEXT)
echo "Próximo ADR: $NEXT"
```
---
## PASSO 3 — Preencher o Template
```markdown
# ADR-NNN: Título Descritivo da Decisão
**Data:** YYYY-MM-DD
**Status:** proposto | aceito | substituído por ADR-XXX | descontinuado
**Autores:** Nome(s)
## Contexto
Descreva a situação que levou à necessidade de uma decisão.
Inclua:
- O problema enfrentado
- Restrições técnicas ou de negócio
- O que motivou a discussão
## Decisão
Descreva a decisão tomada de forma clara e direta.
Use voz ativa: "Decidimos usar X para Y porque Z."
## Alternativas Consideradas
### Alternativa A: [Nome]
- **Prós:** ...
- **Contras:** ...
- **Motivo da rejeição:** ...
### Alternativa B: [Nome]
- **Prós:** ...
- **Contras:** ...
- **Motivo da rejeição:** ...
## Consequências
### Positivas
- O que melhora com essa decisão
### Negativas
- O que fica mais complexo ou limitado
- Débitos técnicos introduzidos
### Neutras
- Mudanças que não são boas nem ruins, mas afetam o workflow
## Impacto no Monorepo
Listar quais pacotes/módulos são afetados:
- `@org/pacote-a` — precisa migrar de X para Y
- `@org/pacote-b` — sem impacto
```
---
## PASSO 4 — Conectar com o Sistema de Conhecimento
Após criar o ADR, avaliar se a decisão deve gerar:
| A decisão... | Ação |
|-------------|------|
| Cria uma **restrição** permanente (ex: "nunca usar lib X") | Criar/atualizar uma **Rule** em `.agent/rules/` |
| Define um **processo** repetível (ex: "para migrar, faça X, Y, Z") | Criar/atualizar um **Workflow** em `.agent/workflows/` |
| Refina um **padrão operacional** (ex: "queries agora usam pool separado") | Atualizar a **Skill** correspondente em `.agent/skills/` |
| Registra histórico de ação da IA | Gravar na memória em `<base_projeto>/memorias-ia/` |
---
## PASSO 5 — Validar o ADR
Antes de considerar completo:
- **Teste do "daqui a 6 meses"**: alguém que não participou da conversa consegue entender a decisão?
- **Teste da reversibilidade**: está claro o que seria necessário para reverter essa decisão?
- **Teste do impacto**: todos os pacotes afetados estão listados?
---
## Exemplos de ADRs Reais
### Bom ✅
> **ADR-003: Usar Zod para validação de schemas em vez de Joi**
>
> **Contexto:** O projeto usava Joi para validação no backend, mas ao compartilhar schemas entre back e front em um monorepo, Joi se mostrou pesado para o bundle do frontend (280KB gzipped).
>
> **Decisão:** Migrar para Zod em todos os pacotes. Zod oferece inferência nativa de tipos TypeScript, é 10x menor, e elimina a necessidade de manter tipos e schemas separados.
### Ruim ❌
> **ADR-003: Usar Zod**
>
> Decidimos usar Zod porque é melhor.
---
## Checklist Final
- [ ] O contexto explica o "porquê" da decisão?
- [ ] As alternativas consideradas estão documentadas?
- [ ] As consequências (positivas e negativas) estão claras?
- [ ] Os pacotes impactados estão listados?
- [ ] O status está definido (proposto/aceito)?
- [ ] O ADR foi salvo em `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/adrs/` ou `.agent/DOCUMENTACAO/arquitetura/`?
- [ ] A decisão foi registrada na memória em `<base_projeto>/memorias-ia/`?
- [ ] Alguém de fora do contexto entenderia este ADR?
---
## Referências
- Rule: `rules/ddd-documentacao-primeiro.md`
- Workflow: `global/workflows/aprimora-ia.md`
- Wiki de Desenvolvimento: `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/adrs/`

View file

@ -1,102 +0,0 @@
---
name: documentar-dominio-modulo
scope: global
updatedAt: "2026-09-01"
description: >
Guia para documentar o domínio científico/técnico de cada módulo nas wikis
de usuário (<base_projeto>/../wiki/<modulo>/) e de desenvolvimento (<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/).
---
# Skill: Documentar Domínio de um Módulo
Use esta skill ao iniciar um novo módulo SaaS ou ao perceber que o agente não conhece o vocabulário e as regras do domínio que o módulo aborda.
Cada módulo opera em uma disciplina diferente da ciência/gestão ambiental (licenciamento, efluentes, bombeamento, resíduos, projetos, etc.). O repositório `<base_projeto>/../wiki` é uma **aplicação VitePress**, onde a base factual do domínio é estruturada em dois níveis de acesso:
1. **Wiki do Usuário (`<base_projeto>/../wiki/<modulo>/`):** Aplicação VitePress com **acesso dos usuários e clientes** (linguagem funcional, conceitos, glossário, fluxos e manuais operacionais).
2. **Wiki de Desenvolvimento (`<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/`):** Aplicação VitePress com **acesso interno exclusivo da equipe de desenvolvimento e arquitetura** (arquitetura técnica, diagramas, modelos de banco, regras de negócio e ADRs).
---
## PASSO 1 — Identificar o Domínio do Módulo
Determinar qual área da ciência/gestão o módulo aborda:
| Exemplo de módulo | Domínio | Destino Usuário | Destino Dev |
|---|---|---|---|
| SIGMA | Monitoramento ambiental (efluentes, piezometria, bombeamento) | `<base_projeto>/../wiki/e-licencie.sigma/` | `<base_projeto>/../wiki/dev/e-licencie.sigma/` |
| Licenciamento | Gestão de licenças (LP, LI, LO, condicionantes) | `<base_projeto>/../wiki/e-licencie/` | `<base_projeto>/../wiki/dev/e-licencie/` |
| Resíduos | Gestão de resíduos sólidos (PGRS, MTR, MTR-e) | `<base_projeto>/../wiki/e-licencie.residuos/` | `<base_projeto>/../wiki/dev/e-licencie.residuos/` |
| Qualificação | Qualificação e conformidade de fornecedores | `<base_projeto>/../wiki/e-licencie.qualifica/` | `<base_projeto>/../wiki/dev/e-licencie.qualifica/` |
---
## PASSO 2 — Criar Documentação na Wiki do Usuário (`<base_projeto>/../wiki/<modulo>/`)
Estruturar o guia do usuário e conceitos de negócio em linguagem clara e acessível:
```markdown
# [Nome do Módulo] — Guia do Usuário
## Visão Geral
Breve descrição do propósito do módulo para o gestor e operador.
## Glossário do Domínio
| Termo | Definição | Sigla |
|---|---|---|
| Ponto de Monitoramento | Local físico onde são coletadas amostras | PM |
| Parâmetro Ambiental | Variável físico-química monitorada (ex: DBO, DQO) | — |
## Fluxos Operacionais do Usuário
1. Cadastro de pontos de monitoramento.
2. Lançamento e importação de medições.
3. Emissão de relatórios e acompanhamento de conformidade.
```
---
## PASSO 3 — Criar Documentação na Wiki de Desenvolvimento (`<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/`)
Estruturar a especificação técnica, modelos de banco e arquitetura:
```markdown
# [Nome do Módulo] — Arquitetura e Engenharia
## Modelo de Dados e Entidades
- **Tabelas principais:** `sigma_pontos`, `sigma_medicoes`, `sigma_parametros`
- **Schemas Zod canônicos:** `zPontoCriar`, `zMedicaoRegistrar` em `*-comuns`
## Processamento Assíncrono e Filas (BullMQ)
- **Fila `calcular_agenda`:** Recalcula status e prazos de monitoramento.
## Rotas e Integração de IA
- **Rota `/llm.md`:** Disponibiliza catálogo dinâmico de endpoints e contratos.
```
---
## PASSO 4 — Conectar com Código e UI
1. Verificar se mensagens e labels na UI seguem o vocabulário definido (rule `mensagens-usuario`).
2. Verificar se componentes e modais Vue possuem `modalX.ajuda.md` co-localizado (skill `adicionar-ajuda`).
3. Garantir que funções centrais e serviços possuem comentários claros de aplicação (rule `jsdoc-padrao`).
4. Assegurar que regras com 3+ critérios possuam `.regras-negocio.md` co-localizado (rule `regras-negocio-md`).
---
## Checklist Final
- [ ] Documentação de usuário criada/atualizada em `<base_projeto>/../wiki/<modulo>/`?
- [ ] Documentação técnica criada/atualizada em `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/`?
- [ ] Glossário com os termos centrais do domínio documentado?
- [ ] Regras e entidades técnicas alinhadas com os schemas Zod do `*-comuns`?
- [ ] Rota `/llm.md` no backend reflete o módulo?
---
## Referências
- Rule: `rules/ddd-documentacao-primeiro.md`
- Rule: `rules/jsdoc-padrao.md`
- Rule: `rules/regras-negocio-md.md`
- Skill: `skills/adicionar-ajuda/SKILL.md`

View file

@ -1,105 +0,0 @@
---
name: documentar-regras-negocio
description: Criar ou atualizar o arquivo {modulo}.regras-negocio.md na Wiki de Desenvolvimento (<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/) e garantir consistência com o código TypeScript.
scope: global
updatedAt: "2026-09-01"
---
# Workflow / Skill: Documentar Regras de Negócio de um Módulo
Use este workflow para criar ou atualizar o arquivo de regras de negócio de qualquer módulo TypeScript com lógica não-trivial, armazenado na **Wiki de Desenvolvimento** em `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/`.
---
[1] Ler o módulo TypeScript completamente
Identificar e anotar:
- Nome do arquivo e localização exata no código
- Funções exportadas e suas responsabilidades
- Todos os `if` que representam critérios de decisão
- Campos lidos e gravados (especialmente JSONB e campos de status)
- Queries de banco: tabelas acessadas, filtros aplicados, joins
- Caminhos alternativos (revisão manual, erros, skips)
- Dependências externas (filas BullMQ, e-mails, serviços)
---
[2] Verificar se já existe a documentação de regras na Wiki de Desenvolvimento
```bash
ls <base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/*regras-negocio*.md 2>/dev/null
```
- **Existe** → ler e identificar o que está desatualizado → ir para o passo [4]
- **Não existe** → ir para o passo [3]
---
[3] Criar o arquivo de regras na Wiki de Desenvolvimento
**Localização:** `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/{nome-do-modulo}.regras-negocio.md` (ou `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/regras-negocio/`).
Preencher com a estrutura padrão:
- Contexto operacional
- Critérios de Entrada
- Regras de Processamento (numeradas em ordem estrita)
- Casos de Revisão Manual
- Estratégia de Saída / Persistência de Campos
- Dependências Externas (tabelas, filas, CRONs)
---
[4] Adicionar ou verificar a referência no `.ts`
Garantir que a primeira linha útil do arquivo TypeScript seja:
```typescript
// Regras de negócio: ver <base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/{modulo}.regras-negocio.md
```
Se já existia e está correto → sem mudança necessária.
---
[5] Estruturar JSDoc com aplicação prática e referência ao `.regras-negocio.md`
Percorrer cada função do módulo:
- Inserir JSDoc explicando a aplicação prática da função no sistema (rule `rules/jsdoc-padrao.md`).
- Referenciar o arquivo `.regras-negocio.md` para a lista detalhada de regras e critérios de decisão.
- Manter `@param` com contexto do domínio, `@returns` e `@throws`.
- Manter comentários inline (`//`) explicando cálculos pontuais ou regras de exceção.
---
[6] Verificar consistência — código ↔ `.regras-negocio.md`
Para cada regra listada no `.regras-negocio.md`:
- [ ] Existe `if` correspondente no código
- [ ] A ordem de avaliação bate entre `.regras-negocio.md` e código
- [ ] Campos com separador de concatenação batem entre documentação e código
- [ ] `null` como neutro está implementado corretamente (`!= null`)
- [ ] Queries têm `orderBy` quando a posição dos resultados importa
---
[7] Validar tipagem
// turbo
```bash
npx tsc --noEmit
```
Zero erros = concluído.
---
[8] Sincronizar com a Wiki de Desenvolvimento e Memórias
Se o módulo introduziu ou alterou arquitetura ou regras consolidadas do módulo:
- Atualizar a especificação técnica na **Wiki de Desenvolvimento** em `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/`.
- Criar ou atualizar ADR em `<base_projeto>/../wiki/dev/<modulo>/adrs/` via skill `documentar-decisao-tecnica`.
- Registrar decisões e ações na memória em `<base_projeto>/memorias-ia/`.

View file

@ -1,167 +0,0 @@
---
name: mapear-codigo-fonte
scope: global
updatedAt: "2026-06-01"
description: >
Guia operacional para mapear, navegar e compreender a estrutura de um monorepo TypeScript.
---
# Skill: Mapear Código-Fonte de Monorepo TypeScript
Use esta skill ao iniciar trabalho em um monorepo desconhecido, ao onboardar em novo projeto, ou quando precisar localizar rapidamente onde uma funcionalidade vive no código.
---
## PASSO 1 — Identificar a Identidade do Módulo e o Gerenciador de Pacotes
1. Consultar obrigatoriamente `<base_projeto>/memorias-ia/modulo.yml` para obter:
- `modulo-id`: identificador canônico do módulo
- `modulo-caminho`: rota/prefixo de URL base
- `modulo-descricao`: escopo funcional e propósito de negócio
- `modulo-tipo`: arquitetura e stack técnica
2. Localize os arquivos que definem a estratégia de monorepo:
```bash
# Identificar o gerenciador e workspace config
ls -la package.json pnpm-workspace.yaml lerna.json turbo.json nx.json tsconfig.base.json 2>/dev/null
```
Elementos a extrair:
- **Identidade do Módulo**: `modulo-id` e `modulo-caminho` em `memorias-ia/modulo.yml`
- **Gerenciador**: `pnpm` (workspaces em `pnpm-workspace.yaml`), `npm/yarn` (workspaces em `package.json`), ou `nx`/`turbo`
- **Pacotes compartilhados**: diretórios listados em `packages:` ou `workspaces:`
- **Apps/serviços**: diretórios de aplicações deployáveis
- **TSConfig base**: herança de configuração TypeScript entre pacotes
---
## PASSO 2 — Mapear a Árvore de Pacotes
```bash
# Listar todos os pacotes do workspace com nomes e caminhos
# pnpm
pnpm ls --depth -1 -r --json 2>/dev/null | jq '.[].name'
# Alternativa genérica: encontrar todos os package.json
fd package.json --max-depth 3 --type f --exec sh -c 'echo "$(dirname {}): $(jq -r .name {})"'
```
Organizar os pacotes em categorias:
| Categoria | Padrão de nome | Exemplo |
|-----------|---------------|---------|
| **Libs compartilhadas** | `@org/common`, `*-comuns`, `*-shared` | Tipos, utils, schemas |
| **Backend** | `*-back`, `*-api`, `*-server` | Serviços Node/Express/Fastify |
| **Frontend** | `*-front`, `*-web`, `*-app` | Apps Vue/React/Angular |
| **Ferramentas** | `*-cli`, `*-scripts`, `*-tools` | Scripts de build, migrations |
| **Configs** | `*-config`, `*-eslint-config` | Configs compartilhadas |
---
## PASSO 3 — Mapear Dependências Internas
Identificar o grafo de dependências entre pacotes internos:
```bash
# Para cada package.json, listar deps internas (que apontam para workspace:)
rg '"workspace:' --include='package.json' -l | while read f; do
echo "=== $(jq -r .name "$f") ==="
jq -r '.dependencies // {} | to_entries[] | select(.value | startswith("workspace:")) | .key' "$f"
jq -r '.devDependencies // {} | to_entries[] | select(.value | startswith("workspace:")) | .key' "$f"
done
```
Anotar:
- Quais pacotes são **folha** (não dependem de outros internos)
- Quais são **raiz** (ninguém depende deles — geralmente apps)
- Quais são **núcleo** (muitos dependem deles — geralmente libs compartilhadas)
---
## PASSO 4 — Mapear Arquitetura de Cada Pacote
Para cada pacote relevante, identificar a estrutura interna:
```bash
# Visão geral rápida (2 níveis de profundidade)
eza --tree --level=2 --icons --group-directories-first <caminho-do-pacote>/src/
# ou
tree -L 2 -I node_modules <caminho-do-pacote>/src/
```
Padrões comuns a procurar:
| Diretório | Responsabilidade típica |
|-----------|----------------------|
| `src/routes/` ou `src/api/` | Endpoints/rotas HTTP |
| `src/services/` | Lógica de negócio |
| `src/models/` ou `src/entities/` | Modelos de dados |
| `src/utils/` ou `src/helpers/` | Funções utilitárias |
| `src/types/` ou `src/typings/` | Definições de tipos TS |
| `src/schemas/` | Schemas de validação (Zod, Joi) |
| `src/migrations/` | Migrações de banco |
| `src/components/` | Componentes de UI (frontend) |
| `src/composables/` ou `src/hooks/` | Lógica reutilizável (Vue/React) |
| `src/stores/` | Gerenciamento de estado |
---
## PASSO 5 — Identificar Pontos de Entrada e Exportações
```bash
# Encontrar exports públicos de cada pacote
rg "export " --include='index.ts' --include='index.tsx' -l
# Encontrar entry points no package.json
fd package.json --max-depth 3 --type f --exec sh -c 'echo "$(jq -r .name {}):" && jq "{main, module, types, exports}" {}'
```
---
## PASSO 6 — Documentar o Mapa
Produzir um resumo estruturado com:
```markdown
# Mapa do Monorepo: <nome>
## Gerenciador: pnpm | npm | yarn
## Build System: tsc | turbo | nx
## Pacotes
### Libs Compartilhadas
- `@org/types` → tipos compartilhados (depende de: nenhum)
- `@org/utils` → funções utilitárias (depende de: @org/types)
### Aplicações
- `@org/api` → backend Express (depende de: @org/types, @org/utils)
- `@org/web` → frontend Vue (depende de: @org/types)
## Fluxo de dados
Descrever como os dados fluem entre pacotes.
## Scripts importantes
- `pnpm build` → Build de todos os pacotes
- `pnpm dev` → Inicia dev server
- `pnpm test` → Roda testes
```
---
## Checklist Final
- [ ] O gerenciador de pacotes e workspace strategy estão identificados?
- [ ] Todos os pacotes foram categorizados (lib/app/tool)?
- [ ] O grafo de dependências internas foi mapeado?
- [ ] Os pontos de entrada de cada pacote estão claros?
- [ ] A arquitetura interna dos pacotes principais foi documentada?
- [ ] Scripts de build/dev/test foram identificados?
## Referências
- Rules: `global/rules/typescript-sem-any`
- Workflow: `global/workflows/codigo-limpo` (ou `global/workflows/otimizar-codigos`)

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@ -0,0 +1,210 @@
---
type: workflow
name: marketing
description: Criar peças de marketing digital para funcionalidades e módulos do sistema
scope: local
updatedAt: "2026-06-01"
---
# Workflow: Criar Peças de Marketing
Este workflow gera peças de marketing digital prontas para uso em canais como LinkedIn, Instagram, WhatsApp e E-mail. O resultado é salvo na pasta `./COMERCIAL/` junto ao arquivo comercial do módulo correspondente, ou em arquivo separado `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>-marketing.md`.
É **OBRIGATÓRIO** seguir a regra global de Escrita Natural (`escrita-natural`) em toda produção textual deste workflow.
O agente deve atuar como **especialista em marketing digital voltado para o setor do produto (venda entre empresas)**, aplicando técnicas comprovadas de texto persuasivo e engajamento.
## Público-Alvo das Peças
As peças serão lidas pelo **público-alvo do produto**. O agente deve identificar quem são os usuários e decisores com base no contexto do projeto.
Regra geral: nenhum dos perfis-alvo tem obrigação de conhecer termos de tecnologia. A linguagem deve ser **acessível, direta e sem jargões de TI**. Siglas devem vir acompanhadas do nome por extenso na primeira ocorrência.
---
## Pré-requisitos
Antes de gerar peças de marketing, o arquivo comercial do módulo (`./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md`) já deve existir com os blocos A (Resumo) e B (Detalhamento). Se não existir, aplicar primeiro o workflow `/comercial.global`.
---
## Passos
### 1. Identificar o módulo e o canal
1. Consultar `<base_projeto>/memorias-ia/modulo.yml` para obter `modulo-descricao`, `modulo-tipo` e `modulo-id`.
2. Perguntar ao usuário:
- Qual módulo ou funcionalidade será divulgado?
- Quais canais deseja? (LinkedIn, Instagram, WhatsApp, E-mail, ou todos)
### 2. Ler o contexto comercial
Ler o arquivo `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md` para extrair:
- O problema e impacto (Bloco A)
- Os cenários de uso e referências legais (Bloco B)
### 3. Redigir as peças de marketing
---
## Princípios de Engajamento
1. **Abrir com uma provocação ou dado concreto** — nunca com o nome do produto. A primeira frase deve fazer o leitor parar de rolar as publicações.
2. **Falar a língua do decisor** — usar o vocabulário do público-alvo do produto, não termos de tecnologia.
3. **Criar urgência sem desespero** — mostrar o custo da inação (multa, retrabalho, perda de prazo) sem tom alarmista.
4. **Fechar com uma chamada para ação clara** — sempre direcionar para o próximo passo: demonstração, contato, link ou agendamento.
5. **Adaptar ao canal** — o mesmo conteúdo não funciona igual no LinkedIn, Instagram, WhatsApp e e-mail. Cada peça deve respeitar o formato e tom do canal.
---
## Técnicas Obrigatórias
| Técnica | Como aplicar |
|---|---|
| **Frase de abertura impactante** | Pergunta retórica, dado alarmante ou afirmação provocativa nas primeiras 10 palavras |
| **Prova social** | Mencionar o tipo de cliente que já usa (prefeituras, indústrias, consultorias), sem inventar números |
| **Contraste antes/depois** | Mostrar o cenário ruim (planilha, papel, multa) ao lado do cenário com a solução |
| **Especificidade** | Trocar "economiza tempo" por "reduz 4 horas semanais de consolidação manual" |
| **Chamada para ação conectada ao problema** | A frase final deve se conectar ao problema apresentado, não ser genérica |
---
## Formatos por Canal
### LinkedIn (Carrossel ou Post)
- 3 a 5 parágrafos curtos (1-2 linhas cada)
- Abrir com frase de abertura forte na primeira linha (antes do "ver mais")
- Usar quebras de linha para facilitar a leitura
- Emojis como marcadores (⚠️, ✅, 📊), no máximo 1 por parágrafo
- Fechar com chamada para ação + hashtags relevantes (no máximo 5)
*Exemplo de LinkedIn:*
```
⚠️ Sua equipe ainda controla [processo crítico] em planilha?
A maioria das operações só descobre o problema
quando o órgão regulador notifica.
Nessa hora, a multa já está lavrada.
Com [nome do produto], cada registro é feito digitalmente
com cálculo automático. Se o valor ultrapassar
o limite autorizado, um alerta dispara na hora.
✅ Controle em tempo real
✅ Alertas automáticos de limite
✅ Relatórios prontos para auditoria
Quer ver funcionando? Fale com a gente.
#Hashtag1 #Hashtag2 #Hashtag3
```
### Instagram (Stories / Reels / Carrossel)
- Frases de impacto (no máximo 15 palavras por slide)
- Visual > texto — cada slide deve ter uma ideia única
- Usar contrastes visuais (❌ antes / ✅ depois)
- Chamada para ação no último slide: "Link na bio" ou "Fale com nosso time"
*Exemplo de Instagram:*
```
Slide 1: "Sua operação está em conformidade?"
Slide 2: ❌ "Planilhas manuais. Registros esquecidos. Consolidação no fim do mês."
Slide 3: ⚠️ "[Citação legal relevante]"
Slide 4: ✅ "Registro digital com cálculo automático."
Slide 5: ✅ "Alerta em tempo real quando o limite é atingido."
Slide 6: "Conheça [nome do produto]. Link na bio."
```
### WhatsApp (Mensagem de prospecção)
- No máximo 4 linhas + 1 chamada para ação
- Tom pessoal, sem parecer mensagem em massa
- Mencionar o contexto do destinatário (setor, dificuldade conhecida)
*Exemplo de WhatsApp:*
```
Oi [Nome], tudo bem?
Vi que vocês trabalham com [contexto do destinatário].
Queria mostrar como estamos ajudando operações como a de vocês
a [benefício principal da solução].
Posso te mandar um vídeo rápido de 2 min mostrando como funciona?
```
### E-mail (Prospecção ou Nutrição)
- Assunto: direto, com gancho de dificuldade real (no máximo 60 caracteres)
- Corpo: 3 parágrafos curtos — problema → solução → chamada para ação
- Evitar formatação visual pesada — preferir texto limpo e direto
*Exemplo de E-mail:*
```
Assunto: [Pergunta sobre dificuldade real do destinatário]
Olá [Nome],
[Parágrafo 1: descrever a dificuldade que o destinatário provavelmente enfrenta]
[Parágrafo 2: como a solução resolve, com dados concretos]
Se fizer sentido, posso agendar 15 minutos para mostrar como funciona
na prática. Qual o melhor horário para você?
[Assinatura]
```
---
## Checklist de Qualidade
Antes de finalizar qualquer peça, validar:
- [ ] A primeira frase **provoca, questiona ou surpreende**?
- [ ] O texto fala a **língua do decisor** (público-alvo do produto), não de desenvolvedor?
- [ ] Existe **contraste claro** entre o cenário sem e com a solução?
- [ ] Os benefícios são **específicos** (números, tempo, ações concretas)?
- [ ] Tem **chamada para ação clara** e conectada ao problema apresentado?
- [ ] O tom está **adaptado ao canal** (LinkedIn ≠ WhatsApp ≠ E-mail)?
- [ ] Está **LIVRE** de jargões de TI e termos em inglês sem tradução?
- [ ] Toda **sigla** está acompanhada do nome por extenso na primeira ocorrência?
- [ ] Menções legais são usadas como **argumento de urgência**, não como decoração?
---
## Formato de Saída
O resultado deve ser salvo em `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>-marketing.md` ou adicionado ao final do arquivo comercial existente, conforme preferência do usuário.
```markdown
# Marketing — [Nome do Módulo]
## LinkedIn
[Post pronto para publicação]
## Instagram
[Roteiro de slides para carrossel ou legenda para post]
## WhatsApp
[Mensagem de prospecção]
## E-mail
[Template de prospecção ou nutrição]
```
---
## Referências
- Workflow: `agents/comercial/workflows/comercial` (gera os blocos A e B que alimentam o marketing)
- Rule: `global/rules/escrita-natural` (padrão obrigatório de redação)

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@ -0,0 +1,135 @@
---
type: workflow
name: orcamento
description: Criar texto de orçamento pronto para copiar e colar em peças de orçamento/proposta
scope: local
updatedAt: "2026-06-01"
---
# Workflow: Criar Texto de Orçamento
Este workflow gera textos prontos para **copiar e colar dentro de documentos de orçamento e propostas comerciais**. O resultado é salvo na pasta `./COMERCIAL/` com o sufixo `-orcamento` (ex: `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>-orcamento.md`).
É **OBRIGATÓRIO** seguir a regra global de Escrita Natural (`escrita-natural`) em toda produção textual deste workflow.
---
## Público-Alvo
O documento de orçamento será lido pelo **público-alvo do produto**. O agente deve identificar quem são os usuários e decisores com base no contexto do projeto.
A linguagem deve ser **acessível, direta e sem jargões de TI**. Siglas devem vir acompanhadas do nome por extenso na primeira ocorrência.
---
## Pré-requisitos
Antes de gerar o texto de orçamento, o agente deve ler o código-fonte do módulo para entender quais funcionalidades existem de fato. Se já existir o arquivo comercial (`./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md`), usá-lo como base para extrair contexto.
---
## Passos
### 1. Identificar o módulo
1. Consultar `<base_projeto>/memorias-ia/modulo.yml` para obter `modulo-descricao`, `modulo-tipo` e `modulo-id`.
2. Perguntar ao usuário qual módulo ou funcionalidade será orçado.
### 2. Levantar contexto
Ler o código-fonte e os componentes relacionados para mapear:
- Quais **funcionalidades** o módulo oferece de fato?
- Existe **legislação ou norma** relevante que o módulo atende?
- Quem são os **usuários diretos**? (consultor, gestor, técnico de campo)
### 3. Redigir o texto de orçamento
O texto deve ser **autocontido** — pronto para colar diretamente dentro de um documento de orçamento sem necessidade de edição. Estrutura obrigatória:
#### Apresentação do Módulo (2 a 4 linhas)
Texto que descreve o módulo de forma direta, mostrando **o que ele faz** e **qual problema resolve**. Se houver legislação ou norma relevante, **citar aqui** para demonstrar conformidade regulatória e fortalecer o argumento.
Regras:
- Começar pelo que o módulo entrega, não pelo problema
- Se houver lei/norma relevante, citar com nome por extenso e artigo
- Tom confiante e profissional — adequado para documento formal
- Não usar termos de tecnologia
#### Lista de Funcionalidades
Após a apresentação, listar as funcionalidades do módulo em formato de **itens curtos** (1 a 2 linhas cada). Cada item deve:
- Descrever **o que a funcionalidade faz na prática** (ação concreta, não conceito abstrato)
- Ser compreensível por alguém que **nunca viu o sistema**
- Ser suficientemente específico para justificar o valor cobrado
Regras para cada item:
- Começar com o **nome da funcionalidade** em negrito
- Seguir com uma descrição curta do que ela faz
- Opcionalmente, incluir o benefício direto entre parênteses ou traço
### 4. Revisar contra o checklist de qualidade
Antes de entregar, validar:
- [ ] A apresentação do módulo é autocontida e compreensível isoladamente?
- [ ] Cada funcionalidade está descrita de forma concreta (o que faz, não o que é)?
- [ ] O texto está **pronto para copiar e colar** sem edição?
- [ ] Está **LIVRE** de jargões de TI e termos em inglês sem tradução?
- [ ] Toda **sigla** está acompanhada do nome por extenso na primeira ocorrência?
- [ ] Legislação/norma relevante está **citada na apresentação** com nome por extenso?
- [ ] O tom é profissional e adequado para um documento formal de orçamento?
- [ ] É compreensível pelo **público-alvo do produto** sem conhecimento de TI?
---
## Regras de Redação
- **Sem jargões de TI**: trocar termos técnicos por equivalentes acessíveis (ex: "painel" em vez de "dashboard", "código QR" em vez de "QR Code")
- **Siglas por extenso**: toda sigla deve vir acompanhada do nome por extenso na primeira ocorrência
- **Tom formal mas acessível**: adequado para um documento de orçamento/proposta enviado a um diretor ou secretário
- **Funcionalidades concretas**: "Registro de leituras com cálculo automático de volume", não "Módulo de coleta de dados parametrizável"
---
## Formato de Saída
O arquivo `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>-orcamento.md` deve seguir esta estrutura:
```markdown
# [Nome do Módulo]
[Apresentação do módulo — 2 a 4 linhas com legislação relevante, se aplicável]
## Funcionalidades incluídas
- **[Nome da funcionalidade 1]**: [descrição curta do que faz na prática]
- **[Nome da funcionalidade 2]**: [descrição curta do que faz na prática]
- **[Nome da funcionalidade 3]**: [descrição curta do que faz na prática]
- ...
```
*Exemplo:*
```markdown
# [Nome do Módulo]
[Apresentação do módulo com descrição direta do que faz, qual problema resolve e,
se aplicável, legislação ou norma relevante citada por extenso.]
## Funcionalidades incluídas
- **[Funcionalidade 1]**: [descrição curta do que faz]
- **[Funcionalidade 2]**: [descrição curta do que faz]
- **[Funcionalidade 3]**: [descrição curta do que faz]
- ...
```
---
## Referências
- Workflow: `agents/comercial/workflows/comercial` (descrição comercial detalhada — Resumo e Detalhamento)
- Workflow: `agents/comercial/workflows/marketing` (peças de marketing digital)
- Rule: `global/rules/escrita-natural` (padrão obrigatório de redação)

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@ -1,177 +0,0 @@
---
name: orquestrar-agentes
description: >
Protocolo de colaboração e handoff entre agentes especializados do ecossistema Azteca.
Define como agentes passam contexto, comunicam resultados e resolvem dependências.
scope: global
---
# Skill: Orquestrar Agentes
Use esta skill sempre que uma tarefa exigir a colaboração de dois ou mais agentes especializados, ou quando precisar entender quem deve fazer o quê em uma implementação complexa.
---
## PASSO 1 — Identificar os agentes envolvidos
Antes de qualquer implementação, mapear quais agentes são necessários:
| Tarefa | Agente responsável |
|--------|-------------------|
| Definir arquitetura, contratos de API, schemas | `@arquiteto` |
| Implementar backend (rotas, serviços, banco) | `@back` |
| Implementar frontend (telas, componentes, fluxos) | `@front` |
| Garantir qualidade e criar testes | `@testes` |
| Configurar infraestrutura e deploy | `@deploy` |
| Criar/atualizar documentação | `@documentacao` |
| Revisar e melhorar UX | `@ux` |
| Criar materiais de venda e marketing | `@comercial` |
---
## PASSO 2 — Definir a sequência de handoff
Toda tarefa complexa segue uma ordem de precedência:
```
1. @arquiteto → define e especifica
2. @back → implementa backend + schemas *-comuns
3. @front → implementa frontend (consome *-comuns)
4. @ux → revisa experiência (paralelo com front)
5. @testes → valida qualidade
6. @deploy → empacota e publica
7. @documentacao → documenta (pode ser paralelo)
8. @comercial → cria materiais (após documentação)
```
Agentes podem trabalhar em paralelo quando não há dependência direta:
- `@ux` e `@front` podem colaborar em paralelo
- `@documentacao` pode trabalhar em paralelo com `@testes`
- `@comercial` é sempre o último da cadeia
---
## PASSO 3 — Formato de mensagem entre agentes
Quando um agente precisa comunicar resultado ou delegar tarefa para outro, usar o formato:
```markdown
**De:** @arquiteto
**Para:** @back
**Tipo:** especificação | resultado | bloqueio | revisão
## Contexto
[O que foi decidido/implementado/identificado]
## Entrega
[O que o agente destinatário precisa fazer ou receber]
## Dependências
[Arquivos, schemas, endpoints ou decisões que o destinatário precisa conhecer]
## Critérios de aceite
[Como saber que a tarefa do destinatário está completa]
```
---
## PASSO 4 — Regras de escopo entre agentes
### Permitido ✅
```
@arquiteto → pode delegar para qualquer agente
@back → pode enviar schemas e endpoints para @front (via *-comuns)
@front → pode solicitar revisão de @ux
@ux → pode propor melhorias para @front
@testes → pode reportar bugs para @back e @front
@documentacao → pode documentar artefatos de qualquer agente
@deploy → recebe builds de @back e @front
```
### Proibido ❌
```
@front ✗ não importa código de @back diretamente
@back ✗ não cria componentes Vue ou lógica de interface
@comercial ✗ não promete features que @arquiteto não aprovou
@testes ✗ não modifica código de produção
@ux ✗ não implementa código Vue — apenas orienta @front
```
---
## PASSO 5 — Resolução de conflitos
Quando dois agentes têm visões diferentes:
1. **Técnico vs. UX:** `@arquiteto` arbitra, priorizando viabilidade técnica com mínimo impacto na UX
2. **Back vs. Front (sobre contrato de API):** `@arquiteto` define o contrato no schema `*-comuns`
3. **Documentação vs. Implementação:** O código é a verdade — `@documentacao` atualiza para refletir o código
4. **Comercial vs. Produto:** `@arquiteto` define o que existe; `@comercial` comunica apenas o real
---
## PASSO 6 — Fluxos típicos de colaboração
### Fluxo: Nova feature completa
```
@arquiteto → especifica schema e contrato de API
↓
@back → implementa endpoint + atualiza *-comuns
↓
@front → implementa tela consumindo *-comuns
↓ (paralelo)
@ux → revisa UX da tela
↓
@testes → valida back + front
↓
@deploy → publica
↓ (paralelo)
@documentacao → documenta
↓
@comercial → cria material de divulgação
```
### Fluxo: Correção de bug crítico
```
@testes → identifica e documenta bug
↓
@back ou @front → corrige
↓
@testes → valida correção
↓
@deploy → hotfix
```
### Fluxo: Melhoria de UX
```
@ux → identifica problema e propõe melhoria
↓
@arquiteto → avalia impacto técnico
↓
@front → implementa
↓
@ux → valida
```
---
## Checklist de orquestração
- [ ] Agentes necessários identificados?
- [ ] Sequência de handoff definida?
- [ ] Dependências entre agentes mapeadas?
- [ ] Critérios de aceite definidos para cada entrega?
- [ ] Conflitos potenciais identificados e árbitro definido?
---
## Referências
- Rule: `global/rules/autonomia-agente`
- Rule: `global/rules/fronteiras-monorepo`
- Personas: `agents/*/persona`

View file

@ -0,0 +1,39 @@
---
type: workflow
name: otimizar-codigos
description: Agente especialista em limpeza e refatoração de código (Alias compatível para /codigo-limpo)
scope: global
updatedAt: "2026-09-16"
---
# Skill: /otimizar-codigos (Alias para /codigo-limpo)
> ⚡ **Evolução Canônica:** Esta skill foi aprimorada e integrada ao workflow oficial **[`/codigo-limpo`](../codigo-limpo/SKILL.md)**, baseado nas **12 Regras Canônicas do Código Limpo**.
Você é um agente especialista em Código Limpo, Otimização e Refatoração para projetos TypeScript, Vue 3, TSX e JSX.
Sua missão é aplicar as 12 Regras Canônicas para melhorar a legibilidade, organização e manutenção do código, sem alterar o comportamento funcional.
## As 12 Regras Canônicas
1. **Nomes significativos e sem "Números Mágicos":** Intenção clara em variáveis/funções; substituição de números soltos por constantes ou enums descritivos.
2. **O código deve explicar a si mesmo:** Eliminar comentários óbvios; comentar apenas o *porquê* de decisões técnicas ou regras de negócio.
3. **Prefira Mapeamento (Dispatch Tables) a Switch/If-Else encadeados:** Substituir tripas condicionais por tabelas de despacho tipadas (`Record<Chave, Acao>`) para executar funções, retornar configurações ou renderizar componentes.
4. **Funções devem ser pequenas:** Responsabilidade única, fazendo apenas uma coisa bem feita (máx. 25-30 linhas).
5. **Reduza o número de parâmetros:** Máximo 1 ou 2 parâmetros. Para 3 ou mais, agrupar em um Objeto/Interface tipado.
6. **Não crie efeitos colaterais:** Funções previsíveis sem mutações ocultas de estado externo.
7. **Princípio DRY (Don't Repeat Yourself):** Eliminar duplicação extraindo utilitários, composables ou componentes.
8. **Responsabilidade Única (SRP) e Limite de 250 Linhas:** Nenhum arquivo pode ultrapassar 250 linhas (`verificar-linhas.sh`). Separar em subcomponentes, `*.mapeadores.ts`, composables e `*.css`.
9. **Formatação e Padronização:** Código consistente via Biome (`biome check --write`).
10. **Trate erros com elegância:** Sem `catch` vazio; lançar exceções semânticas e emitir feedback visível (`feedback-visivel.md`).
11. **Testes devem ser limpos e independentes:** Testes unitários rápidos, determinísticos e focados em um único conceito.
12. **A Regra do Escoteiro:** Deixar o código mais limpo do que o encontrou a cada intervenção.
## Diretrizes Operacionais
- Nunca altere regras de negócio nem quebre contratos públicos de API/props.
- Nunca use `any` ou `@ts-ignore`.
- O `<script setup lang="ts">` de componentes Vue não deve ser desmembrado do `.vue`.
- CSS longo pode ser extraído para `Nome.css` co-localizado.
Consulte a especificação completa e exemplos detalhados em **[`skills/codigo-limpo/SKILL.md`](../codigo-limpo/SKILL.md)** e **[`global/workflows/codigo-limpo.md`](../../global/workflows/codigo-limpo.md)**.

View file

@ -0,0 +1,205 @@
---
type: workflow
name: reels
description: Criar cadeia de roteiros de Reels para divulgação de funcionalidades e módulos
scope: local
updatedAt: "2026-06-01"
---
# Workflow: Criar Roteiros de Reels
Este workflow gera **cadeias de roteiros de Reels** (vídeos curtos de 30 a 60 segundos) organizados por tema. Os roteiros são escritos em tom provocativo, informal e direto — prontos para gravar falando para a câmera ou com narração em off. O resultado é salvo em `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>-reels.md`.
É **OBRIGATÓRIO** seguir a regra global de Escrita Natural (`escrita-natural`) em toda produção textual deste workflow.
---
## Público-Alvo dos Reels
Os vídeos serão assistidos pelo **público-alvo do produto**. O agente deve identificar quem são os usuários e decisores com base no contexto do projeto.
Regra geral: a linguagem deve ser **coloquial, direta e sem jargões de TI**. Siglas devem vir acompanhadas do nome por extenso quando citadas pela primeira vez.
---
## Pré-requisitos
Antes de gerar roteiros, o agente deve entender as funcionalidades reais do módulo. Se já existir o arquivo comercial (`./COMERCIAL/<nome-do-modulo>.md`), usá-lo como base. Caso contrário, ler o código-fonte para mapear o que o módulo entrega de fato.
---
## Passos
### 1. Identificar o tema
1. Consultar `<base_projeto>/memorias-ia/modulo.yml` para obter `modulo-descricao`, `modulo-tipo` e `modulo-id`.
2. Perguntar ao usuário:
- Qual módulo ou funcionalidade será o tema dos reels?
- Quantos roteiros deseja na cadeia? (padrão: 6)
- Algum tom específico? (provocativo, educativo, humorístico)
### 2. Levantar contexto
Mapear:
- Quais **funcionalidades** do módulo geram mais impacto visual e prático?
- Quais **dores reais** o público-alvo enfrenta sem a solução?
- Existe **legislação ou norma** que possa ser usada como argumento de urgência?
- Quais **comparações do dia a dia** fazem sentido para o público?
### 3. Redigir a cadeia de roteiros
Cada cadeia deve conter **4 a 8 roteiros**, todos conectados pelo mesmo tema mas com abordagens diferentes. Cada roteiro segue a estrutura abaixo.
---
## Estrutura de um Roteiro
Cada roteiro deve ter entre **6 e 12 frases curtas**, organizadas em 4 blocos:
### Bloco 1 — Abertura (1-2 frases)
A primeira frase é a mais importante. Ela decide se o espectador para ou rola.
Técnicas obrigatórias (usar pelo menos uma por roteiro):
| Técnica | Exemplo |
|---|---|
| **Provocação direta** | "Se você ainda faz isso manual… tá perdendo dinheiro." |
| **Referência pop** | "Tá mais perdido que timeline de fofoca da Virgínia?" |
| **Formato "Plot twist"** | "Plot twist: você perde cliente não é pelo preço…" |
| **Convocação** | "Se sua proposta fosse convocada hoje… ela jogaria?" |
| **Contraste chocante** | "Expectativa: vou organizar meus processos. Realidade: caos." |
| **Pergunta retórica** | "Quantas horas você perdeu esse mês montando relatório?" |
| **Afirmação polêmica** | "A maioria dos consultores está jogando dinheiro fora." |
### Bloco 2 — Dor / Cenário ruim (2-3 frases)
Descrever o cenário do público-alvo SEM a solução. Usar linguagem do dia a dia — como se estivesse conversando com um colega.
Regras:
- Frases curtas e ritmadas (máximo 12 palavras por frase)
- Usar repetição para ritmo ("proposta pra um lado, orçamento pra outro…")
- Descrever ações reais, não conceitos ("anota no papel, perde foto, esquece detalhe")
- Pode usar humor leve e ironia
### Bloco 3 — Virada / Solução (2-3 frases)
Apresentar o produto como a virada. O nome do produto aparece aqui — naturalmente, sem parecer propaganda.
Regras:
- O produto é mencionado **uma única vez**, pelo nome
- Descrever o que o produto faz em **ações concretas**, não em conceitos
- Usar verbos de ação: "monta", "registra", "envia", "centraliza"
- Mostrar resultado imediato: "menos retrabalho", "mais fechamento"
### Bloco 4 — Fechamento / Desafio (1-2 frases)
Fechar com uma pergunta ou desafio que provoque o espectador a agir.
Técnicas:
- **Desafio direto**: "Quer ser titular ou continuar no banco?"
- **Escolha binária**: "Você decide em qual nível quer jogar."
- **Pergunta provocativa**: "Você tá otimizando ou só se ocupando?"
- **Chamada para ação suave**: "Começa a jogar no nível profissional."
---
## Estilos de Roteiro
Cada cadeia deve variar os estilos para manter o conteúdo diverso. O agente deve usar **pelo menos 4 estilos diferentes** numa cadeia de 6 roteiros.
| Estilo | Descrição | Ritmo |
|---|---|---|
| **Plot twist** | Começa com uma crença comum e inverte | Surpreendente |
| **Mais perdido que...** | Analogia cômica + caos do dia a dia | Humorístico |
| **Convocação** | Metáfora de seleção/time/jogo | Competitivo |
| **Raiz vs Smart** | Dois perfis contrastados | Comparativo |
| **Tempo é dinheiro** | Foco em produtividade e custo de oportunidade | Urgência |
| **Expectativa vs Realidade** | Contraste entre o plano e o caos | Identificação |
| **Se eu te contasse** | Narrativa de revelação progressiva | Curiosidade |
| **Checklist do fracasso** | Lista irônica do que NÃO fazer | Irônico |
---
## Regras de Entonação
O roteiro deve indicar **como falar** cada trecho. Usar marcações simples:
| Marcação | Significado |
|---|---|
| Texto normal | Tom de conversa, olhando pra câmera |
| *Texto em itálico* | Tom irônico ou de provocação |
| **Texto em negrito** | Ênfase, falar mais forte |
| `[pausa]` | Pausa dramática de 1-2 segundos |
| `[rápido]` | Falar em ritmo acelerado |
| `[sussurrando]` | Tom baixo, como se contasse um segredo |
---
## Regras de Redação
- **Frases curtas**: máximo 15 palavras por frase. Idealmente 8-12
- **Sem jargões de TI**: trocar termos técnicos por equivalentes do dia a dia
- **Tom coloquial**: "tá", "pra", "gente", "bobo" são permitidos e desejáveis
- **Referências culturais**: usar quando fizerem sentido para o público (futebol, reality, memes do momento). Marcar como `[ref: atualizar]` se a referência puder ficar datada
- **Uma ideia por frase**: cada frase deve ser compreensível isoladamente
- **Sem "Olá pessoal"**: nunca abrir com saudação genérica
- **Produto natural**: o nome do produto aparece no máximo 1 vez por roteiro, no bloco de solução
- **Siglas**: toda sigla usada pela primeira vez deve vir acompanhada do nome por extenso
---
## Checklist de Qualidade
Antes de entregar, validar **cada roteiro**:
- [ ] A primeira frase **para o scroll**? (provocação, surpresa ou identificação)
- [ ] O cenário da dor é **real e reconhecível** pelo público-alvo?
- [ ] O produto aparece **naturalmente**, sem parecer propaganda forçada?
- [ ] O fechamento **provoca ação** (pergunta, desafio ou escolha)?
- [ ] O roteiro tem entre **6 e 12 frases**?
- [ ] Cada frase tem no **máximo 15 palavras**?
- [ ] O tom é **coloquial e direto** (não institucional)?
- [ ] A cadeia usa **pelo menos 4 estilos diferentes**?
- [ ] Está **LIVRE** de jargões de TI?
- [ ] O roteiro funciona sendo **falado em voz alta**? (ler em voz alta para validar)
---
## Formato de Saída
O arquivo `./COMERCIAL/<nome-do-modulo>-reels.md` deve seguir esta estrutura:
```markdown
# Reels — [Nome do Módulo]
> Cadeia de [N] roteiros sobre [tema]
> Tom: [provocativo / educativo / humorístico]
> Duração média: 30-60 segundos por reel
---
## 🎥 Roteiro 1 – "[Título criativo]"
"[Primeira frase — abertura impactante]
[Bloco de dor — 2-3 frases curtas]
[Bloco de solução — 2-3 frases com o produto]
[Fechamento — pergunta ou desafio]"
---
## 🎥 Roteiro 2 – "[Título criativo]"
...
```
---
## Referências
- Workflow: `agents/comercial/workflows/comercial` (descrição comercial detalhada — base de contexto)
- Workflow: `agents/comercial/workflows/marketing` (peças de marketing por canal)
- Rule: `global/rules/escrita-natural` (padrão obrigatório de redação)

View file

@ -0,0 +1,134 @@
---
type: workflow
name: refatorar-modulo
description: Fluxo completo de refatoração de um módulo, do diagnóstico à verificação
scope: local
updatedAt: "2026-06-19"
---
# Workflow: Refatorar Módulo
## Objetivo
Conduzir a refatoração de um módulo do ecossistema de forma segura, rastreável e fundamentada nos princípios do Refactoring.Guru.
## Gatilho
- Solicitação explícita de refatoração
- Módulo identificado com 3+ code smells em diagnóstico
- Preparação para nova feature que exige código limpo como pré-requisito
## Fluxo
```
┌─────────────┐ ┌───────────────┐ ┌──────────────┐
│ 1. DIAGNÓS- │───▶│ 2. SOLICITAR │───▶│ 3. PLANEJAR │
│ TICAR │ │ TESTES │ │ AÇÕES │
└─────────────┘ └───────────────┘ └──────────────┘
│
┌─────────────┐ ┌───────────────┐ ┌──────┴───────┐
│ 6. DOCUMEN- │◀───│ 5. VERIFICAR │◀───│ 4. EXECUTAR │
│ TAR │ │ TESTES │ │ REFAT. │
└─────────────┘ └───────────────┘ └──────────────┘
```
### Etapa 1: Diagnosticar
**Agente:** `@refatorar`
Executar a skill `diagnosticar-code-smells`:
- Listar code smells encontrados
- Identificar violações SOLID
- Recomendar Design Patterns aplicáveis
- Classificar por severidade (🔴 🟡 🟢)
**Saída:** Relatório de diagnóstico com plano de ação priorizado.
### Etapa 2: Solicitar Testes
**Agente:** `@refatorar` → `@testes`
Para cada trecho que será refatorado:
- Verificar se há testes cobrindo o comportamento
- Se não há: solicitar ao `@testes` criação de testes
- Aguardar confirmação de que testes passam
**Regra:** Nenhuma refatoração avança sem cobertura de testes. Sem exceções.
### Etapa 3: Planejar Ações
**Agente:** `@refatorar`
Para cada item do plano de ação:
1. Nomear a técnica de refatoração (ex: "Extract Method", "Replace Conditional with Strategy")
2. Identificar o princípio SOLID que será atendido
3. Estimar arquivos afetados
4. Definir ordem de execução (itens independentes primeiro)
**Formato:**
```markdown
| # | Técnica | Princípio | Arquivos | Dependência |
|---|---------|-----------|----------|-------------|
| 1 | Extract Method | S — SRP | servico.ts | Nenhuma |
| 2 | Strategy Pattern | O — OCP | calculador.ts, tipos.ts | Após #1 |
```
### Etapa 4: Executar Refatoração
**Agente:** `@refatorar`
Para cada item do plano, em ordem:
1. Aplicar a mudança em **passos pequenos**
2. Verificar que testes passam após cada passo
3. Não misturar refatoração com feature
**Passos típicos de uma refatoração:**
```
4.1 Extrair função/composable
4.2 Mover para arquivo adequado
4.3 Atualizar imports
4.4 Verificar testes → ✅
4.5 Próximo item
```
### Etapa 5: Verificar Testes
**Agente:** `@refatorar` + `@testes`
- Executar todos os testes do módulo
- Confirmar zero regressões
- Se algum teste falha: reverter último passo e investigar
### Etapa 6: Documentar
**Agente:** `@refatorar` → `@documentacao`
- Atualizar JSDoc se interfaces mudaram
- Registrar decisão em `.regras-negocio.md` se refatoração foi significativa
- Informar `@documentacao` sobre mudanças estruturais
**Formato do commit:**
```
refactor(<módulo>): <técnica aplicada>
- Problema: <code smell identificado>
- Solução: <padrão/técnica aplicada>
- Princípio: <princípio SOLID atendido>
```
## Critérios de Sucesso
- [ ] Todos os code smells críticos (🔴) resolvidos
- [ ] Todos os testes passam (zero regressões)
- [ ] Nenhum arquivo acima de 250 linhas
- [ ] Nenhum `any`/`as any` introduzido
- [ ] Fronteiras de pacote respeitadas
- [ ] Decisões documentadas
## Referências
- Skill: `agents/refatorar/skills/diagnosticar-code-smells/SKILL`
- Rule: `agents/refatorar/rules/refatoracao-segura`
- Rule: `agents/refatorar/rules/solid-compliance`
- Rule: `agents/refatorar/rules/design-patterns-pragmatico`
- Workflow global: `global/workflows/codigo-limpo` (ou `global/workflows/otimizar-codigos`)

246
global/skills/ux/SKILL.md Normal file
View file

@ -0,0 +1,246 @@
---
type: workflow
name: ux
description: Revisar e otimizar UX de componentes e telas Vue (Frontend)
scope: global
updatedAt: "2026-06-01"
---
# Workflow: Revisão de UX
Guia de revisão e otimização de interfaces Vue 3 + Vuetify 3 no ecossistema Azteca — para usuários corporativos com baixa familiaridade tecnológica.
---
## Perfil do Usuário
O público-alvo das interfaces é corporativo e diversificado em experiência técnica:
- Gestores públicos e ambientais
- Técnicos de campo
- Consultores ambientais
- Operadores administrativos
**Premissa central**: o usuário não tem familiaridade avançada com tecnologia. A interface precisa ser autoexplicativa, sem dependência de treinamento prévio.
---
## Paleta de Cores Institucional
Cor base: `#688C00` (verde floresta). Três escalas derivadas: **Verde floresta** (primária), **Âmbar terroso** (apoio/aviso), **Cinza musgo** (neutros). Semânticas independentes para garantir reconhecimento universal.
### Escala primária — Verde floresta
| Token | Hex | Stop | Uso |
|---|---|---|---|
| `--cor-eli-primaria-bg` | `#EEF3D0` | 50 | Fundo de cards destacados, linhas ativas, hover suave |
| `--cor-eli-primaria-zebra` | `#F6F9E8` | 30 | Linha zebrada de tabelas (quase branco esverdeado) |
| `--cor-eli-primaria-suave` | `#BFC99C` | — | **Cabeçalho de tabela** — sage/olive mudo, sem limão, texto escuro |
| `--cor-eli-primaria-clara` | `#D4E290` | 100 | Badges, chips, seleção, fundo de hover em listas |
| `--cor-eli-primaria-media` | `#ADCC44` | 200 | Tags, indicadores secundários |
| `--cor-eli-primaria-acao` | `#8AAF00` | 400 | Ação secundária, ícones ativos |
| `--cor-eli-primaria` | `#688C00` | 600 | **Botões principais, links ativos, destaques — CTA principal** |
| `--cor-eli-primaria-escura` | `#4A6500` | 800 | Hover em botões, bordas ativas, títulos com ênfase |
| `--cor-eli-primaria-texto` | `#2E3F00` | 900 | Texto escuro sobre fundos claros da paleta primária |
### Escala de apoio — Âmbar terroso
| Token | Hex | Stop | Uso |
|---|---|---|---|
| `--cor-eli-alerta-bg` | `#FAF3DF` | 50 | Fundo de banners de aviso |
| `--cor-eli-alerta-clara` | `#F5DC8A` | 100 | Badges de atenção, chips de alerta |
| `--cor-eli-alerta` | `#DDB847` | 200 | Ícones de aviso, bordas de alerta |
| `--cor-eli-alerta-forte` | `#8C6A00` | 600 | Texto sobre fundo de alerta, status pendente |
### Escala neutra — Cinza musgo
| Token | Hex | Stop | Uso |
|---|---|---|---|
| `--cor-eli-fundo` | `#F2F3EE` | 50 | Background geral de páginas |
| `--cor-eli-borda` | `#D5D8CC` | 100 | Bordas padrão de containers |
| `--cor-eli-borda-forte` | `#B5BAA8` | 200 | Bordas de foco, divisores |
| `--cor-eli-neutro` | `#5E6553` | 600 | Textos secundários, ícones inativos |
| `--cor-eli-neutro-escuro` | `#3E4436` | 800 | Texto de label, cabeçalhos de tabela |
| `--cor-eli-superficie` | `#FFFFFF` | — | Cards, modais, popovers |
### Cores semânticas
| Token | Hex | Uso |
|---|---|---|
| `--cor-eli-sucesso` | `#2e7d32` | Confirmações, status positivo |
| `--cor-eli-sucesso-bg` | `#E8F5E9` | Fundo de mensagens de sucesso |
| `--cor-eli-erro` | `#c62828` | Erros, ações destrutivas |
| `--cor-eli-erro-bg` | `#FFEBEE` | Fundo de mensagens de erro |
| `--cor-eli-info` | `#1565c0` | Informações auxiliares |
| `--cor-eli-info-bg` | `#E3F2FD` | Fundo de banners informativos |
### Regras de contraste
- Texto sobre `--cor-eli-primaria` (`#688C00`) deve ser **branco** (`#ffffff`) — contraste 4.6:1 ✓
- Texto sobre `--cor-eli-primaria-bg` (`#EEF3D0`) deve ser `--cor-eli-primaria-texto` (`#2E3F00`) — contraste 12:1 ✓
- Texto sobre `--cor-eli-primaria-escura` (`#4A6500`) deve ser **branco** (`#ffffff`) — contraste 7.1:1 ✓
- Texto sobre `--cor-eli-alerta-bg` (`#FAF3DF`) deve ser `--cor-eli-alerta-forte` (`#8C6A00`) — contraste 5.2:1 ✓
- Texto sobre `--cor-eli-primaria-suave` (`#BFC99C`) deve ser `--cor-eli-neutro-escuro` (`#3E4436`) — contraste ~12:1 ✓
- **⚠️ Efeito limão**: `--cor-eli-media` (`#ADCC44`) e `--cor-eli-acao` (`#8AAF00`) têm saturação 100% no hue amarelo-verde — **nunca usar como fundo de cabeçalho**. Para fundo verde mudo, usar `--cor-eli-primaria-suave`.
- Sempre validar contraste mínimo de **4.5:1** (WCAG AA) para texto normal e **3:1** para texto grande (18px+ ou 14px bold).
---
## Passos
### 1. Identificar o escopo da revisão
Determinar qual componente, tela ou modal será revisado. Pode ser:
- Um componente isolado (ex: `EliTabela`, `EliCartao`)
- Uma página completa (ex: `PaginaCadastro.vue`)
- Um modal ou drawer (ex: `EliTabelaModalFiltroAvancado.vue`)
- Uma interação específica (ex: fluxo de filtro, paginação, menu de ações)
### 2. Mapear o estado atual
Antes de alterar, entender o que já existe:
- Ler o template (`<template>`) para entender a estrutura visual
- Ler o CSS/SCSS associado para mapear os tokens de design em uso
- Identificar quais componentes Vuetify estão sendo utilizados (ex: `v-btn`, `v-dialog`, `v-select`)
- Verificar se existem estilos inline que deveriam migrar para classes CSS
### 3. Avaliar contra os critérios de UX
Para cada elemento da interface, avaliar:
#### Clareza
- [ ] O propósito de cada elemento é óbvio sem instrução?
- [ ] Labels e placeholders são descritivos? (ex: "Buscar por nome ou CPF" vs "Buscar")
- [ ] Ícones acompanham texto quando a ação não é universalmente reconhecível?
- [ ] O estado vazio (empty state) orienta o usuário sobre o próximo passo?
#### Hierarquia visual
- [ ] O olho do usuário é guiado para a ação principal primeiro?
- [ ] Ações primárias usam `--cor-eli-primaria` (`#688C00`) com destaque?
- [ ] Ações secundárias são visuais mas não competem com a primária?
- [ ] Ações destrutivas (Excluir, Limpar) usam `--cor-eli-erro` com variante `text` ou `outlined`?
#### Feedback e estados
- [ ] Botões têm estados claros de hover (`--cor-eli-primaria-escura`), focus e disabled (`--cor-eli-borda-forte`)?
- [ ] Carregamentos exibem indicador visual (spinner, skeleton, barra de progresso)?
- [ ] Erros de formulário aparecem próximos ao campo com mensagem descritiva, usando `--cor-eli-erro` + `--cor-eli-erro-bg`?
- [ ] Sucesso de operações tem confirmação visual (snackbar, toast, badge) com `--cor-eli-sucesso`?
#### Densidade e espaçamento
- [ ] O espaçamento segue múltiplos de 4px (4, 8, 12, 16, 24, 32)?
- [ ] Em desktop, o espaço horizontal é bem aproveitado? (ex: grids de 2+ colunas para formulários largos)
- [ ] Em mobile, os elementos empilham verticalmente sem quebra visual?
- [ ] Modais têm largura proporcional ao conteúdo?
#### Tipografia
- [ ] Tamanhos de fonte seguem a escala: 12px (caption), 14px (body), 16px (subtitle), 20px (title), 24px (heading)?
- [ ] Textos longos usam `line-height: 1.5` para legibilidade?
- [ ] Labels de formulário são visualmente distintos do conteúdo preenchido?
#### Acessibilidade básica
- [ ] Elementos interativos têm `aria-label` quando o texto visual não é suficiente?
- [ ] Foco via teclado (`Tab`) segue uma ordem lógica?
- [ ] Cores não são o único meio de comunicar estado (ex: ícone + cor para erro)?
- [ ] Todo texto sobre cor primária ou escura usa branco (`#FFFFFF`)?
- [ ] Todo texto sobre `--cor-eli-primaria-bg` usa `--cor-eli-primaria-texto` (`#2E3F00`)?
### 4. Aplicar padrões Vue/Vuetify do projeto
Ao implementar melhorias, seguir os padrões do ecossistema:
#### Componentes Vuetify
- Usar `v-btn` com variantes do tema (`color="primary"`) em vez de classes CSS manuais para botões
- Usar `v-dialog` para modais, `v-menu` para popovers contextuais
- Usar `v-text-field`, `v-select` etc. para inputs sempre que possível
- Aproveitar props de Vuetify: `density`, `variant`, `rounded`, `elevation`
#### Iconografia — Lucide (obrigatório)
Todos os ícones do projeto devem vir exclusivamente da biblioteca **`@lucide/vue`** (dependência já instalada no `package.json`).
**Proibido**:
- SVG inline manual (hardcoded no template)
- Ícones de `@mdi/font` ou Material Design Icons em componentes do projeto
- Bibliotecas alternativas (Font Awesome, Heroicons, etc.)
**Como usar**:
```vue
<template>
<!-- Uso direto como componente -->
<Filter :size="18" :stroke-width="2" />
<!-- Dentro de botão -->
<button>
<Plus :size="15" :stroke-width="2.5" />
Adicionar
</button>
</template>
<script lang="ts">
import { Filter, Plus, X, Trash2, Eye } from "@lucide/vue"
</script>
```
**Props úteis**: `:size` (número em px), `:stroke-width` (espessura do traço, padrão 2), `:color` (cor do ícone).
**Catálogo de referência**: https://lucide.dev/icons — buscar pelo nome do ícone em inglês.
> Os tokens CSS estão documentados nas tabelas da seção **Paleta de Cores Institucional** acima.
> No código, usar `var(--token, #fallback)` — sempre com fallback hardcoded em componentes de biblioteca.
- Classes devem seguir BEM: `eli-componente__elemento--modificador`
- Evitar `!important` — resolver especificidade via seletor mais específico
- Usar `var(--cor-eli-primaria)` em vez de valores hex hardcoded no CSS dos componentes
- Transições padrão: `transition: all 0.2s ease` para hover/focus
#### Composição de componentes
- Componentes filhos devem receber dados via `props` e emitir eventos via `$emit`
- Evitar acessar o DOM diretamente; preferir `ref` do Vue
- Não duplicar CSS entre componentes — extrair para classe utilitária ou CSS do componente pai
### 5. Implementar melhorias prioritárias
Ordenar as melhorias por impacto no usuário:
1. **Crítico**: elementos que causam confusão ou impedem o uso (falta de feedback, botão invisível, estado vazio sem orientação)
2. **Alto**: melhorias que reduzem atrito (espaçamento, hierarquia de botões, responsividade)
3. **Médio**: refinamentos visuais (transições, micro-animações, consistência de cores)
4. **Baixo**: polish (sombras sutis, arredondamentos, tipografia refinada)
### 6. Validar resultado
Após implementar:
- [ ] A tela renderiza sem erros no console?
- [ ] Os estados (vazio, carregando, erro, com dados) estão todos cobertos?
- [ ] A paleta de cores está coerente com a base `#688C00`?
- [ ] Todos os tokens usados estão definidos na escala primária, de apoio ou neutra?
- [ ] Nenhuma cor está hardcoded no CSS do componente (usar `var(--token, #fallback)`)?
- [ ] Tokens novos têm fallback hardcoded? (ex: `var(--cor-eli-primaria-suave, #BFC99C)`)?
- [ ] Contraste de texto validado: branco sobre `--cor-eli-primaria` e `--cor-eli-primaria-escura`; `--cor-eli-neutro-escuro` sobre `--cor-eli-primaria-suave`?
- [ ] Nenhuma ação ficou sem feedback visual?
- [ ] O layout não quebra em larguras menores que 1024px?
- [ ] Componentes Vuetify recebem props de tema (`color`, `variant`) em vez de override CSS?
- [ ] Efeito zebra de tabelas tem fundo branco explícito nas linhas normais (para funcionar sobre qualquer fundo de página)?
---
| ❌ Anti-padrão | ✅ Alternativa |
|---|---|
| Botão sem label de texto | Botão com ícone + texto, ou `aria-label` descritivo |
| Cor vermelha para ação primária | Vermelho apenas para destrutivas; primária usa `--cor-eli-primaria` |
| Modal com scroll extenso | Dividir em etapas ou usar drawer lateral |
| Tabela com 15+ colunas visíveis | Usar modal de colunas para ocultar secundárias |
| Estilos inline em template | Usar `<style scoped>` com tokens CSS e fallback |
| Cor hex hardcoded | Usar `var(--cor-eli-primaria, #688C00)` com fallback |